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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Ignorar o feitiço da ilusão assumindo a realidade



Por vezes brinca-se com temas sérios. Sérios demais para se brincar com eles.
O Confessionário tem se apercebido, bem como muitos Portimonenses, que determinados cidadãos da nossa praça que conviveram muito próximo com o Regime que governa o Município de Portimão, alguns até actuando como seus ponta de lança e difusores da propaganda, surgem hoje em dia uns com um discurso tipo “eu bem avisei” ou “têm varinhas mágicas”.
Obviamente que não existem varinhas mágicas nem verdades absolutas, mas verdade se diga, tem existido uma frontalidade e transparência de discurso por parte do Confessionário, oposições ao regime e de alguns cidadãos anónimos, que a todo o custo procuram e têm procurado dar a conhecer o que os actuais responsáveis fizeram e o terrível estado em que nos colocaram. Por outro lado  esses ilustres cidadãos, refugiaram-se no silêncio enquanto se alimentavam do regime, e da falência que ele provocou.
Por isso o Confessionário afirma que não existem, nem nunca existiram varinhas mágicas.
Mas verdade se diga, existe coragem, frontalidade e vontade de decidir em conformidade com a realidade, por mais dura que ela seja, e não em sintonia com um filme psicadélico que uns ainda tentam vender aos eleitores.
 Luís Miguel Martins

4 comentários:

  1. Alguns chegaram ontem a Portimão e outros agora mesmo.
    Fraca memória de uns e outros, que tachavam do sistema enquanto teve dinheiro para os alimentar.
    Hoje em dia, uma vez que deixaram de comer do sistema, pois o sistema está mais liso que um pato depenado, é vê-los, ou melhor lê-los. Quem os viu e quem os vê, até já parecem uns senhores. Diria antes réplicas de Homens, mas réplicas baratas.

    J.P

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  2. Declaração de interesses a quem possa interessar:
    Nunca me sentei à mesa do orçamento.
    As minhas opiniões baseiam-se sempre em racionalidade, bom senso, e respeito pelo dinheiro dos contribuintes.
    Por essa razão não obtive benesses e mordomias? Paciência! Foi a minha opção.Consciente.
    E assim continuarei.
    FV

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  3. Independentemente de tudo, infelizmente a realidade é só uma:
    Alguém gastou muito mais do que podia, a maior parte das vezes em despesas supérfluas e em ideias lunáticas. Isto para não ir mais longe.
    O fim destas histórias é inevitavelmente a insolvência. E a responsabilidade financeira sobra sempre para os contribuintes.
    Só que este "Alguém" está perfeitamente identificado.
    E os que comeram as "migalhas" também.

    FV

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  4. Realmente muitas verdades ficam por dizer todos os dias, seja na nossa cidade,seja no País, uma realidade é certa, seja de côr politica fôr há sempre um "tachinho" uns nas Direcções Regionais outros nos Hospitais etc. Quanto custa estas alterações?? as pessoas que ocupavam os lugares não eram competentes?? Então somos realmente incompetentes pois de 4 em 4 anos rolam cabeças. Por favor contribuam para o desenvolvimento económico e social e deêm Curriculum ao vosso curso nas areas corretas.
    DJ

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