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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Perdemos hoje um ilustre e distinto Portimonense.




A lei da vida tem destas coisas...
 
 Num momento fazemos uma publicação, um comentário com um sorriso na cara, 15 minutos depois somos surpreendidos, com a noticia que um dos nossos, nos deixou.
Figura incontornável do concelho e do Município de Portimão. Colega afável, atento, diligente e presente. Cidadão exemplar.
É com muita tristeza que dedico estas palavras ao meu ex-colega Francisco Florêncio.
Que este singelo texto, sirva igualmente para encetar as mais sinceras condolências à família e amigos.
Que Deus Nosso Senhor o receba de braços abertos.
 
Luís Miguel Martins

terça-feira, 28 de abril de 2015

Vazio de Poder




O Poder instituído e democraticamente eleito, deverá não só reflectir a vontade dos eleitores, mas igualmente ser o seu rosto, a sua voz, satisfazer seus desejos, ansiedades e necessidades.
O Poder instituído, deverá ser o longo braço político de um povo, designadamente, nos meios mais pequenos, onde a proximidade é inevitável e por vezes irresistível.
O Poder consiste pois, no corpo politico que o leitorado proporciona, fomenta e elegeu.
Termos em que a proximidade entre o poder e o eleitorado é compreensível, e por vezes, até mais próxima que o desejável, nas suas dissemelhantes variantes.
No entanto, quando se afere, um afastamento entre esse mesmo eleitorado e o Poder instituído, o mesmo deixa de ser a voz dos que o elegeram, deixa de ser o braço e o rosto politico de um povo, ainda que circunscrito ao seu Universo eleitoral. Deixa de ser a solução. Ao invés é visto como o embaraço, o obstáculo à saciedade das necessidades de toda uma colectividade.
A esse fenómeno de afastamento entre o eleitorado e o Poder instituído, não se poderá chamar de desavença, pois verdadeiramente, tal enlace nunca foi consumado.
A esse fenómeno, chamamos de “ Vazio de Poder “.

 

Luís Miguel Martins

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Poema : Praia da Rocha




PRAIA DA ROCHA

" Oh Praia da Rocha
Na foz do rio Arade
Terás sido a primeira tocha
De povos, como Suevos, Alanos
Gregos, Cartagineses
Também vieram Romanos
Todos ali aportaram
Por fim Muçulmanos
Junto da Cidade de Portimão
Domínios conquistados por luso humanos
A foz do Arade lá está piscando maganão.
Quem aporta à Praia da Rocha
De passagem, admira Portimão
Depois um saltinho às praias
Do Vau e Alvor, nas festas de Verão.
Como na cosmopolita Praia da Rocha
Onde passam as elites em animado serão
Beldades sem fastio
Veremos com o verão
No Solstício do Estio
Abrir a “vernisage” criar protagonismo
Manter imagem, eis o desafio
Ou reconquistar o amor
Que parece andar arredio
Oh Praia da Rocha, Navios de Cruzeiro
Ancoram, fazem desvio
Conhecer mundo é brilhante
Sonho de festa, um desafio
Praia da Rocha do mundano Verão
Do Algarve mais um pavio
És senhora desse condão "


Daniel Costa
Poema e foto

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Recordar Portimão.




 
Hoje não sei porquê, mas acordei com o cheiro a sardinhas e a carvão no ar. Provavelmente a remanescência de qualquer sonho ou memória adormecida dos velhinhos restaurantes de peixe junto ao rio Arade em Portimão, cujo fumo invadia parte da cidade.
Curioso, que não sendo nada velho nem saudosista, ainda me recordo de um Portimão totalmente diferente, daquele que existe hoje em dia.
Verdade se diga, que do Portimão que ainda me recordo não existia nem metade do betão, nem grandes superfícies comerciais, para ser sincero nem existia a V3 ou mesmo a V6 …
Mas diga-se a verdade, ainda me recordo de um Portimão cativante, com um centro vivo, com dinamismo, repleto de pessoas, turistas e lojistas. Recordo-me de um Portimão não só com os jardins tratados, os poucos existentes diga-se de passagem, mas com as suas passadeiras brancas, com os passeios arranjados e asseados. Recordo-me de um Portimão que celebrava e comemorava na praça da chamada “ Casa Inglesa ”, onde as famílias ao som de um locutor local ou de uma pequena banda ou mesmo de um grupo de folclore divertiam-se e consumiam os gelados e pipocas nas belas noites de verão, enchendo as esplanadas de vida e prosperidade.
Recordo-me do velhinho cinema e das filas do cine esplanada, dos bancos do “Madeirão” e as sangrias que por lá jorravam e da Av. Tomás Cabreira replecta de jovens e menos jovens.
 
recordo-me de um Portimão vaidoso, com brio e com esperança no futuro.
Recordo-me acima de tudo de um Portimão, empreendedor, com prospectivas, cativante e agregador. Um Portimão humilde, mas com futuro…
Como é bom recordar !
 
 
Luís Miguel Martins

 

 

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Confessionário Portimão encerra a 30 Abril



Depois de muitos anos a denunciar as irregularidades e a desvendar muitas verdades, O Confessionário de Portimão, comunica que dia 30 de Abril irá encerrar.
 
Luís Miguel Martins