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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Estará o nosso sistema de desenvolvimento falido ?




Em Portugal, os diversos governos, nos Municípios os diversos executivos, têm efectuado investimentos e obra à custa de mútuos bancários, factoring, notas de crédito e do endividamento das gerações futuras.

Com isso, tem-se vivido numa realidade virtual, pois muitas das obras e equipamento, ainda que desejados, são extremamente dispendiosos, não só do ponto de vista da sua edificação mas inclusivamente da manutenção.

Perante, a queda das “taxas de rating”, a crescente dificuldade da concessão do crédito, os níveis alarmantes de endividamento dos Estado e dos Municípios e das próprias famílias, os Portugueses estão a começar a abrir os olhos e a encarar a dura realidade da vida, em detrimento da realidade virtual que têm vivido nas últimas décadas.

Opções têm que ser tomadas.

Não podemos continuar a assistir ao endividamento do Estado, dos Municípios, dos Governos da regiões Autónomas e das famílias, de forma impávida e serena.

Não podemos todos conduzir BMW e Mercedes e depois não pagar a conta da água, da luz, não pagar ao empreiteiro, não pagar ao fornecedor, e pior que isso gastar o dinheiro destinado para a comida em bens supérfluos.

É preciso coragem para os políticos e famílias, afirmarem claramente qual o seu limite, pois não é justo vivermos acima das nossas possibilidades e castigarmos a geração vindoura. Não é justo sobrecarregarmos com dividas uma geração que ainda hoje anda de fralda e brinca nos colégios.

É preciso além de coragem, discernimento para se tomar as decisões mais acertadas.

É indispensável, rigor na gestão desse bem tão escasso que é o dinheiro público.

É necessário discernimento, porque a continuar assim, não terão os nosso filhos um futuro risonh

terça-feira, 27 de abril de 2010

Suspensão da 2.º Sessão Ordinária de 2010 da Assembleia Municipal




Para os mais distraídos, a última sessão da Assembleia Municipal que ontem correu termos, foi suspensa.

A suspensão deu-se ao facto da bancada do PPD/PSD ter intentado requerimento no qual peticionava, a presença do ROC, aquando a discussão e deliberação do ponto 4-a) que consiste na “ Apreciação e votação dos documentos de prestação de contas e relatório de gestão da Câmara Municipal de Portimão, no ano de 2009.”.

De forma elevada e responsável, todas as bancadas votaram favoravelmente à presença do ROC, para esclarecimento das reservas levantadas pelo mesmo aquando a elaboração do seu próprio relatório.

É de aplaudir, o sentido de “competência” de todas as bancadas, nomeadamente a própria bancada do PS, termos em que, indo um pouco contra as próprias palavras do Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Portimão, Dr. Manuel da Luz, aquando o seu discurso do 25 de Abril, quando disse e passo a citar “ Temos mais de políticos e não de contabilistas.”, eis que a bancada do PS, refutando tacitamente tal declaração, optou por igualmente ser primeiro contabilista e depois politica.

Decisão sensata e prudente, pois é impossível, decidir politicamente, deliberar em consciência, exercer a respectiva competência e procurar a satisfação das necessidades colectivas dos Portimonenses, sem a avaliação técnica.

Pois a técnica sobrevive sem a politica , agora a politica sem a técnica mais não é do que uma embarcação sem rumo.


Luís Miguel Martins

Advertência de alteração ao comentário do dia 2104.2010


Por lapso, no comentário aqui publicado na passada 4.º feira dia 21 de Abril, no texto que fazia alusão ao “calote” publicado num jornal distrital, a alusão efectuada foi ao Sr. Luís Carito, quando obviamente se pretendia chamar à colação o Sr. Luís Evaristo e nunca denegrir nem ofender o Exmo. Sr. Dr. Luís Carito, nem como profissional, politico ou Homem.
Termos, em que pelo exposto, desde já O Confessionário apresenta a suas mais sinceras desculpas e penitencia-se pelo lapso, tendo ainda hoje à noite, após tomar conhecimento do mesmo apresentado pessoalmente e de imediato pedido de desculpas ao visado.

Acresce,

Que o presente bloque, consiste numa fonte de informação e partilha de ideias e visões para a cidade de Portimão e não só, não pretendendo indiciar, denegrir, nem ofender a imagem e o bom nome de ninguém, ainda que exorbite o humor.

Atentamente,

A todos um abraço.

Luís Miguel Martins

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Chefe Divisão de "Barman"


O Confessionários de Portimão, pode em primeira mão adiantar que Roberto Gingão, foi hoje nomeado chefe de Divisão de “ barman “ na nova estrutura Municipal “sasha” Discoteca – Empresa Municipal S.A.
Roberto Gingão, não cabia em sí de contente. E disse directamente ao O Confessionário, que a Divisão de “ Bar “ vai ser a divisão mais quente e mais louca, no organigrama do Município de Portimão.



P.S: O Roberto Gingão, não se assemelha com nenhum Boy do PS

O Confessionário de Portimão, recebeu a confissão de um funcionário da Divisão de Recursos Humanos da Empresa Municipal que vai explorar a discoteca “sasha” Empresa Municipal, onde constatou que, por ajuste directo, a aludida Empresa Municipal já contratou os 3 primeiros funcionários para as sua novas atribuições.




Categoria: Dançarinos de coluna.


Requisitos: saber dançar e aguentar a pedalada à custa de Red Bull a noite inteira.


Idade: Jovem


Formação Académica: Licenciado em Engenharia como o Sr. Sócrates


Formação Complementar: Saber servir copos


Filiação Politica: PS


Estado Civil: Amigo ou Boy do PS




P.S: Nenhum dos dançarinos corresponde a um Boy do PS

quarta-feira, 21 de abril de 2010


Ainda no seguimento do “calote” que o Município de Portimão e a dita Empresa Municipal, levaram do Sr. Luís Evaristo, segundo informação de um jornal Distrital, O Confessionário, ouviu a confissão de mais um Administrador da empresa lesada, e quando questionado sobre a falta e nula fiscalização das receitas, no que concerne à percentagem que tinham da receita, afirmou que andavam muito distraídos a beber caipirinhas, moranguitos e a ver desfilar o teso Jet 7, que veio passar férias para Portimão à custa dos Portimoneses.


É caso para dizer…


Que anjinhos que foram.





P.S: A fotografia não corresponde a nenhum Boy do PS

terça-feira, 20 de abril de 2010


Após a publicação de uma noticia num jornal local de que, e passo a citar, “ …o Luís Evaristo teria dado um calote a uma Empresa Municipal da Câmara Municipal de Portimão”, na medida em que não teria dinheiro para pagar a divida ao Município de Portimão, no valor aproximado de 750 Mil euros e pretendia em troca, ao melhor, em troca do perdão da divida, entregar a marca “Sasha” por 3 anos.
O Confessionário não se ficou atrás, e captou a primeira fotografia de um Administrador da referenciada Empresa Municipal.
Veja-se o ar de espanto!
Vejam a reacção!
A criança nem queria acreditar…




P.S: A fotografia não corresponde a nenhum Boy do PS.

Eu Quero Acreditar:



Carta aberta ao Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Portimão, Dr. Manuel da Luz:

Exmo. Sr. Dr. Manuel da Luz, após ler seu texto no presente blogue e na sua crónica semanal no jornal “O Correio da Manhã”, com a devida e pertinente ponderação, reparei que o mesmo faz alusão a um protocolo outorgado entre 2 entidades privadas e o Município de Portimão, cujo objecto consiste na implantação em Portimão de uma fábrica da N-Technology, tendo para isso o Município de Portimão desempenhado um papel de agente facilitador na fixação desta unidade de produção em no nosso concelho.

Congratulo-o pessoalmente e aos restantes elementos da sua equipa autárquica, não só pelo seu/vosso desempenho, mas acima de tudo pela captação dos 25 postos de trabalho para o nosso concelho e obviamente pela instalação do referido equipamento.

Congratulo-o e felicito-o, caso efectivamente, tal se veja a concretizar. Pois perdoe-me, mas ainda que tenha consideração e imensa estima por V. Exc., minha memória não me atraiçoa e não permite que me esqueça que foi o próprio Dr. Manuel da Luz que durante uma iniciativa partidária de lançamento da sua terceira candidatura à Câmara de Portimão para as últimas eleições autárquicas, que fez o anúncio de um outro acordo semelhante, no Portimão Arena e passo a citar:

«foi fechado o acordo para a instalação de uma fábrica de automóveis em Portimão, nos terrenos do autódromo».

«Representa cerca de 350 postos de trabalho directos, ao que se acrescentam os indirectos», disse o Dr. Manuel da Luz, frisando os benefícios dos cerca de 30 milhões de euros de investimento.

Por isso, e conforme decorre do supra exposto e da citação que foi retirada de sua pessoa, porque entendo que os titulares de cargos públicos devem actuar com frontalidade, idoneidade e verdade e não se tendo verificado, até à presente data, implementação em Portimão da aludida fábrica de automóveis por si anunciada, nem se criado os 350 postos de trabalho directos, muito menos nenhum indirecto, permita-me mas tenho o direito de duvidar, que tal se venha a concretizar.

Ainda que para bem de Portimão e dos Portimonenses,

eu queira acreditar.


Luís Miguel Martins

A (In)Gestão das Empresas Municipais:



O Município de Portimão, através de medidas levadas a cabo pelo executivo de maioria Socialista abraçou o modelo do surgimento das designadas Empresas Municipais, para fomentar o emprego aos Boys Socialista e remanescentes adeptos do regime vigente, incrementar a desorçamentação e beneficiar de um regime de Direito Privado, que de certa forma permite fugir às regras mais claras, transparentes e exigentes dos procedimentos concursais afectos ao Direito público.

Nesses termos, verificamos uma duplicação de recursos humanos, meios, equipamentos e despesa, indiscutivelmente vinculados a uma outra duplicação de atribuições e competências, na medida em que as empresas municipais criadas sob o regime vigente, mais não foram do que uma mera duplicação das atribuições do Município de Portimão e das competências dos seus órgãos. Pois tratou-se apenas de abrir empresas com objectos sociais iguaizinhos aos já existentes no Município de Portimão, sem ter o cuidado de encerrar gabinetes, secções, divisões ou departamentos à estrutura administrativa já existente
.
Não houve esse cuidado, não se verificou essa atenção, não se aferiu esse rigor na gestão dos dinheiros públicos dos Portimonenses.
Dirão alguns…Óbvio…era preciso empregar todos os Boys e gerir o dinheiro público às escondidas da comunidade Portimonense….Direi eu…Nem mais.

Em poucos anos, a gestão económico-financeira do tecido empresarial administrativo, foi simplesmente “horribilis”, sem detrimento de se congratular a realização de um ou outro determinado evento.

Começou-se por criar um buraco financeiro na ordem dos Milhões de euros. Os eventos levados a cabo pelas empresas municipais, algumas delas de existência invisível, criaram um rombo financeiro às contas do Município, pois os Milhões de euros de dividas contraídas pelas mesmas empresas Municipais, ainda que independentes, ainda que sejam pessoas colectivas de Direito Privado, têm todas elas um factor em comum.

O passivo é sempre, mas sempre assumido por todos nós. Isto é, o passivo é sempre assumido pelo Município que as criou, ou melhor, pelo Município de Portimão.

Obviamente, que encontrando-se as contas do Município de Portimão em situação calamitosa, não foi possível por parte do Município de Portimão cobrir o défice criado pelas respectivas empresas e respectivos Boys.

Não bastava o dispêndio exagerado, descontrolado e por vezes inútil, afere-se hoje em dia que os Boys Socialista colocados à frente das empresas Municipais de Portimão, têm tido algumas medidas de gestão no mínimo estranhas, desconformes com uma gestão ambiciosa, séria e rigorosa, isto para não lhes designar de dolosa.

Os Boys Socialistas, a quem sem se aferir aptidões, capacidades, habilitações e “mãozinhas”, mas somente vassalagem política, tinham um crédito de cerca de 10 Milhões de euros que foi adiado sine die, isto é para data incerta e por tempo indeterminado com a simples outorga de uma nota de crédito.
Como é possível, que esses Boys ignorem um crédito de cerca de 10 Milhões de euros, 2 Milhões de contos, quando têm eles por sua vez uma lista infinita de credores que todos os dias batem às portas das empresas Municipais e não há dinheiro para lhes pagar?
Como é possível tal gestão danosa e dolosa às contas das próprias empresas que foram designados administradores.? Como é possível que se feche os olhos a um crédito de cerca de 10 Milhões de euros ?Ah… Só se a entidade devedora sobre qual recai o crédito for o próprio Município de Portimão.

Não obstante essa última questão, e o crédito que detinham sob o Sasha do Sr. Luís Evaristo de cerca de 750 Mil euros, não vai ser pago ? Foi igualmente esquecido ? Ou consideram justo que uma divida de cerca de 750 Mil euros seja paga com a entrega do remanescente período de tempo da concessão balnear e do nome “Sasha”.
Mas será o nome “Sasha” que por sua vez vai pagar os vencimentos dos funcionários? Vai pagar por sua vez os credores das empresas e do Município de Portimão?

Por isso meus amigos é que os “Boys” colocados à frente das Empresas Municipais, na medida em que não se preocuparam devidamente com a gestão das mesmas, causaram a todos os Portimonenses uma bela “In”Gestão.


Luís Miguel Martins

Saberão os soberanos viver em democracia ou haverá censura em Portimão ?



Desde as últimas eleições autárquicas, que tenho vindo a assistir às reuniões da Câmara Municipal de Portimão e a participar, como membro eleito pelo PPD/PSD, nas sessões da Assembleia Municipal de Portimão.
Cedo reparei que tanto nas reuniões de Câmara Municipal como nas sessões da Assembleia Municipal de Portimão se assiste a uma ausência constante por parte dos senhores jornalistas que coadjuvam ou são proprietários dos jornais locais e regionais que por sua vez são praticamente ou integralmente financiados pelo Município de Portimão, isto é pela Câmara de Portimão capitaneada pelo Dr. Manuel da Luz.
Tais jornais, uma vez financiados pelo erário público, isto é financiados por todos os Portimonenses, teriam forçosamente de publicitar, as tomadas de posição dos eleitos bem como as questões discutidas e/ou denunciadas nos órgãos do Município. Pois tal, nunca acontece. Ainda que tais jornais sejam financiados, à custa do interesse da colectividade, afere-se que para os mesmos, ou para algum soberano que tem o domínio sob os mesmos, não é interesse da colectividade, não é interesse dos portimonenses terem conhecimento das deliberações, das discussões e denuncias perpetradas nos órgãos do Município de Portimão.
Nesses termos, ainda que financiados pelo erário público à custa do interesse público, já não consiste interesse público os cidadãos de Portimão terem o real conhecimento do que se passa dentro da Câmara Municipal de Portimão.
Não bastasse a falta de publicitação ou noticias, no que concerne ao funcionamento dos aludidos órgãos, existe uma clara politica editorial dos jornais financiados pelo sistema para não publicitarem noticias menos favoráveis aos actuais soberanos ou denuncias reais e documentadas intentadas pelas diversas oposições e até pelos nossos concidadãos.
A prova, afere-se quando em amena conversa, ao questionar um jornalista local de mais um jornal financiado pelo sistema pela falta de noticias dos actos e denuncias praticados pelas oposições, o mesmo respondeu que “ Tinha que respeitar os soberanos… pois tinha família para sustentar.”, ou o caso de um jornal regional, desta vez não financiado pelo sistema, ter publicado noticia comprometedora no que concerne à administração dos soberanos e ter o próprio director sofrido pelos Boys e pelos próprios soberanos pressões para não publicitar tal noticia.

Para exposto, questiono, aonde terão esses jornais “financiados” pelo sistema e controlados pelos soberanos, publicitado:

a) Que o Exmo. Vice-presidente da Câmara Municipal de Portimão, Dr. Luís Carito, mencionou na última sessão da Assembleia Municipal que a Câmara com as receitas e que tem só tem verba para pagar os vencimentos e nada mais ?

b) Que a Câmara de Portimão encontra-se sob inspecção do Tribunal de Contas e é única no Algarve, a ser inspeccionada ?

c) Que faltam 10 Milhões de euros nas contas (despesas ) do Município de Portimão ?

d) Entre outras e mais outras denuncias, documentalmente fundamentadas…


Pelo exposto, interrogo.

Saberão esses soberanos viver em democracia ou haverá censura em Portimão ?


Luís Miguel Martins

Ilustres amigas, amigos, conhecidos e desconhecidos.

Perante a quase nula oportunidade de publicação de artigos de opinião e textos variados nos mais diversos meios de comunicação Municipais e Distritais, suportados essencialmente pelo erário público, isto é, por todos nós, os Blogues tornaram-se o meio por excelência para a livre e imediata publicação e difusão de artigos de opinião.
É conhecimento generalizado que os meios de comunicação Municipal ou Distrital, são os meios de propaganda por excelência dos vários regimes instalados, encontrando-se o acesso aos mesmos vedados às diversas oposições bem como ao cidadão anónimo.
Nestes termos, este Confessionário, procura ser a voz e a razão de todos os Portimonenses. Será um fórum de discussão por excelência
Neste Confessionário, encontrará a oportunidade de livremente se expressar, de forma elevada, de forma respeitadora e respeitada.
Confessem-se …
Porque a verdade vos libertará.