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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Os Portimonenses têm o direito de saber como é gasto o seu dinheiro.


Em tempo de crise, encontrando-se o Município de Portimão na “penúria” e a Portimão Urbis “falida” fruto da gestão errada e falhada, sob o ponto de vista do signatário, que não olha a meios para continuar com a politica do foguete e a continuar a iludir os Portimonenses.


Torna-se incompreensível e até ofensivo para quem paga impostos que a empresa Municipal Portimão Urbis despende cerca de 1.222.137,00 €, (endividando-se junto da banca) do erário público em Ajustes Directos com o Estádio Municipal. optando pelo procedimento menos democrata e menos universal dando-se ao luxo de não aferir o melhor preço e não permitindo dessa forma a concorrência entre empresas.


A verdade é que a incompreensível politica dos Ajustes Directos praticada pela gestão Socialista, não zela pelo quase extinto erário público.


A politica do Ajuste Directo não permite ao Município de Portimão e ao seu sector empresarial municipal contratar pelo melhor preço, nem permite uma sã e leal concorrência entre as diversas empresas. Com a consequência mais nefasta de quando se contrata, e são muitíssimas as vezes, empresas de fora, as empresas de Portimão são colocadas de parte, não lhes permitindo o executivo Socialista que laborem, criem riqueza e assim contratem mais empregados.

Termos em que, aqui fica expostos, todos os Ajustes Directos, até à presente data, efectuados pela Portimão Urbis para com o Estádio Municipal:

748.850,00 € - Concepção / Execução da Empreitada de Remodelação do Estádio Municipal de Portimão
161.950,00 € - Prestação de serviços de fornecimento e montagem de bancada amovível para o Estádio Municipal de Portimão
149.872,00 € - Empreitada de requalificação do relvado do Estádio Municipal de Portimão
98.750,00 € - Empreitada de demolição da bancada nascente e do muro norte do Estádio Municipal de Portimão
98.201,01 € - Prestação de Serviços de Fornecimento de Mobiliário para o Estádio Municipal de Portimão
54.871,80 € - Empreitada de Execução de Estacas de Estacas Moldadas para o Estadio Municipal de Portimão
27.192,15 € - Prestação de serviços de requalificação do sistema de bilhética e de controlo de acessos do Estádio Municipal de Portimão
24.950,00 € - Prestação de Serviços de Execução de Projectos e Consultoria no Âmbito da Requalificação do Estádio Municipal de Portimão





P.S: Existe ainda uma verba de 142.500,00 € designada de Empreitada de Demolição, que se julga ser igualmente quantia dispendida por Ajuste Directo no Estádio Municipal.



Confirme tudo em: http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/ajustedirecto/list.aspx

Luis Miguel Martins

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O orçamento 2011 do Município de Portimão e o excelente pai de família


Aquando o inicio da discussão do orçamento do Município de Portimão para o ano vindouro, o Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Portimão, fez uma apresentação o tão minuciosa quanto baste das opções do plano para justificar um orçamento de quase 192 Milhões de euros, um endividamento bancário superior a 90 Milhões de euros e subsídios de cerca de 60 Milhões de euros para as empresas municipais justificando-o como um orçamento fulcral e necessário equiparando-o a uma gestão de um excelente pai de família.


Pois na minha modesta opinião e como chefe de família, entendo que um excelente chefe de família não empobrece o seu agregado familiar, que um excelente chefe de família não coloca a sua família numa posição de insolvência/falência, que um excelente chefe de família não hipoteca o futuro dos seus filhos e dos seus netos como se afere no terrível endividamento geracional provocado pela gestão do executivo socialista, que um excelente chefe de família não penhora a casa morada de família como se pretende fazer com a criação do fundo imobiliário, que um excelente chefe de família pratica e ensina o seu agregado familiar a viver dentro das suas reais possibilidades, que para um excelente chefe de família não existem filhos nem enteados permitindo a existências de concursos públicos para as empresas municipais e não contratações ad doc para os detentores do cartão rosa ou para os filhos dos amigos, que um excelente chefe de família cumpre os seus compromissos com os credores ensinando boas práticas ao seu agregado familiar e descendência, que um excelente chefe de família dá uma oportunidade aos de casa não optando maioritariamente por ajustes directos a empresas fora do seu agregado familiar, que um excelente chefe de família permite que as empresas do seu agregado familiar concorram em pé de igualdade, que um excelente chefe de família não sobrecarrega o seu agregado familiar com impostos e taxas máximas, que um excelente chefe de família não favorece o “grande” comércio em detrimento do comércio do seu agregado familiar, que um excelente chefe de família seja franco e sincero para com os seus.


Mas isso..é somente para mim, o que não deverá ser um excelente chefe de família.

Luís Miguel Martins

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010


Não obstante o sector empresarial autárquico de Portimão e o “nosso” erário público terem levado um rombo de cerca de 800.000,00 € do Sr. Luís Evaristo, fruto obviamente da inoperância dos respectivos responsáveis, lesando de forma grave o Município de Portimão, eis que não satisfeitos a Portimão Urbis SGRU E.M celebrou “ Contrato de Associação em Participação ” com uma entidade privada, em 23 de Julho de 2010, com condições nefastas para o Município de Portimão, podendo-se designar mesmo de contrato leonino.


Decorre do referido “ Contrato de Associação em Participação ” que a entidade privada pagaria à Portimão Urbis a módica quantia de 000.000,00 € ( Zero euros ) pela exploração do evento Shasha Beach, que tinha sido cedido à Portimão Urbis como forma de regularização dos créditos aquando a exploração por parte do Sr. Luis Evaristo.


Leu bem…000.000,00 € de exploração – Nada…


A referida entidade privada, além de explorar o evento Shasha Beach de “borla” teria somente que pagar à Portimão Urbis a louca percentagem de uns míseros 15% do total facturado e deduzido do respectivo IVA, sendo ainda por cima da responsabilidade da Portimão Urbis: execução e manutenção das infra-estruturas e respectiva manutenção, obtenção das respectivas licenças, apoio na área da comunicação através da divulgação do evento e restantes serviços de protocolo institucional.


Leu bem… não pagou nada pela exploração do evento Shasha Beach e ainda ficou com 85% do total facturado.


Dir-me-ão , se não se trata de um contrato leonino para o Município de Portimão, então de que se trata.


Acresce ainda que, o referido “ Contrato de Associação em Participação ” foi celebrado no dia 27 de Julho de 2010, precisamente no mesmo dia em que a comissão executiva da Portimão Urbis, deliberou por unanimidade a minuta do contrato. Curioso. Obviamente que o procedimento foi “novamente” o já nosso conhecido AJUSTE DIRECTO.


E assim é desconsiderado o “nosso” erário público e se contratam os amigos do regime.

Luís Miguel Martins

O sector empresarial autárquico e o associativismo de iniciativa municipal em Portimão


Perante a incapacidade de contracção de mútuos e de continuação do endividamento bancário, o executivo camarário do Município de Portimão, virou-se para as empresas municipais e para o Associativismo como possibilidade única de continuo endividamento e assim financiar a politica do foguete e da festa.


O endividamento através do sector empresarial autárquico e do associativismo local de iniciativa municipal, além de fugir à chancela do órgão fiscalizador, Assembleia Municipal, permite a ultrapassagem do limite legalmente estipulado do endividamento bancário, quer a curto ou médio e longo prazo.


Nesses termos, verifica-se uma exagerada e descontrolada transferência de competências da Câmara Municipal para sector empresarial autárquico e para o associativismo local, tudo em nome do continuo endividamento e da politica do foguete e da festa.


Além do endividamento, o sector empresarial autárquico e do associativismo local de iniciativa municipal têm servido de centro de emprego aos “Boys” e “Girls” do regime socialista, que como piranhas, alimentam-se do erário público, com vencimentos e responsabilidades muito acima das suas competências.


Obviamente que a situação não é só ridícula como angustiante para o erário público que é suportado pelos nossos impostos, pois à excepção da EMARP, nenhuma empresa municipal nem nenhuma associação de iniciativa municipal têm fundamento de existir, podendo os seus préstimos ser prestados pela estrutura da própria Câmara Municipal e pelos seus quadros, conforme decorre da lei 159/99 e da Lei 169/99 e nesses termos alcançar-se os mesmos objectivos mas com mais Eficácia, Eficiência e Economia de meios.

Luís Miguel Martins

domingo, 12 de dezembro de 2010

A cadeira vazia


Os Municípios são as pessoas colectivas que mediante as suas atribuições procuram satisfazer as necessidades da sua coletividade, circunscrita a uma determina dimensão territorial.
Essas pessoas coletivas são representadas pelo respectivo Presidente da Câmara.

No passado dia 11 de Dezembro de 2010 celebrou-se mais um aniversário da Cidade de Portimão. E correu termos a já tradicional cerimónia pública no Edifício nos Paços do Concelho, onde além de estarem presentes todas as forças vivas da cidade de Portimão, todas as forças políticas discursam.

No entanto este ano, à exceção de todos os outros uma cadeira manteve-se vazia. Uma pessoa não logrou estar presente e nesse sentido celebrar o dia da cidade de Portimão junto da sua comunidade.

Para espanto de todos a cadeira vazia era a do Exmo. Presidente da Câmara Municipal. Já não bastava a ausência do Presidente da Câmara de Portimão na penúltima Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal, agora verifica-se a sua ausência no momento mais alto da celebração do aniversário da cidade que o elegeu para a administrar.
Incompreensível e lamentável.

Dirão uns que estava ocupado noutras lides. Direi eu, podia perfeitamente fazer-se substituir pelo seu Vice-Presidente.

Direi eu que perante um Município “falido e insolvente”, um Município que esbanjou o escasso e precioso erário público, um Município em que custa pagar salários, um Município que tem um sector empresarial autárquico falido ( à exceção da EMARP ) e que só existe como entidade empregadora dos “Boys” e angariadora de capital financiado pela banca, um Município que pratica salários milionários e desproporcionais aos seus “Boys” nas empresas municipais em detrimentos dos outros funcionários, um Município em que só sobrevive à custa do “factoring” e do endividamento, um Município que transfere cada vez mais competências suas para o sector empresarial autárquico, um Município que pratica a política da “mordaça”, um Município que vê aumentar diariamente a fila dos fornecedores, um Município que fomenta a falência das empresas locais, um Município que contrata preferencialmente através do Ajuste Directo inibindo a justa e livre concorrência, um Município que aumenta para as taxas máximas os Impostos Locais, um Município que propõe e aprova orçamentos irrealistas e danosos, um Município onde persistem as denunciadas anónimas pois existe o efectivo receio de represálias, um Município onde não se vislumbra um jornalismo livre e isento, mm Município detentor de uma televisão municipal que não é mais do que um instrumento propagandista do regime instalado, um Município que financia e promove negócios de terceiros, um Município que tem a mais elevada taxa de desemprego do Algarve, um Município que pretende privatizar a água e vender o património municipal, um Município que sonega e oculta informação e documentos aos autarcas da oposição, um Município que é condenado pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé para entregar a documentação requerida e solicitada pela oposição e pelo mesmo sonegada, um Município que está coberto e recheado de parquímetros, um Município que lentamente assassina o comércio tradicional, um Município em que não reina a segurança, um Município onde se pratica o tráfico de droga a seu aberto e à luz do dia em pleno centro da cidade, um Município que matou o seu sector industrial…bem… nesses termos…também eu deixaria a minha cadeira vazia.

Luís Miguel Martins

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Cópia do comunicado da Comissão política de Portimão do Partido Social Democrata



COMUNICADO

"A Comissão Política de Portimão do Partido Social Democrata, vem pela presente comunicar a V. Exc. que lamentavelmente foi obrigada novamente a instaurar acção contenciosa no Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé, com fundamento na sonegação e ocultação de informação e documentos solicitados pelos autarcas legitimamente eleitos, identificada como Processo n.º 748/10.1 BELLE.


O executivo Socialista ignorou os requerimentos intentados pelos autarcas eleitos do Partido Social Democrata no total de 26, por omissão grave voluntária e intencional, violando nesses termos a Legalidade e os direitos e obrigações dos autarcas eleitos pelos Portimonenses.



Esta prática tem vindo a tornar-se uma rotina reiterada pelo executivo socialista, pretendendo desta forma ocultar das oposições e dos Portimonenses a real e verdadeira situação em que se encontra o Município de Portimão e as empresas municipais. Termos em que se lamenta que desta forma ilegal o executivo socialista não obedeça às leis da República nem dentro do espírito democrático permita que a oposição exerça as suas competências, para a qual foi legitimamente eleita.



Sem mais de momento,

Atenciosamente.

Portimão, 09 de Dezembro de 2010

O Vice- Presidente da Comissão Política
Luís Miguel Martins "









P.S: Desde que a acção supra identificada foi intentada, o executivo socialista da Câmara Municipal de Portimão já disponibilizou dois documentos previamente solicitados, termos em que a referida acção será objecto de redução no seu pedido.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Primeiro Todos, depois o(s) indivíduo(s)


Gostaria efectivamente de ver o Partido Social Democrata abraçar uma real e efectiva mudança na politica Portuguesa.


Uma mudança que coloca-se os reais interesses e efectivas necessidades dos Portugueses no centro da decisão política e se deixa-se de governar em prol de interesses pessoais, corporativos e económicos, do indivíduo ou indivíduos .


Uma mudança que responsabiliza-se os gestores dos dinheiros públicos não por dolo mas pela mera negligência e que proibisse o endividamento geracional.


Termos em que, não basta ter um líder jovem, não basta dizer que se quer mudar, não basta anunciar que serão necessárias duas legislaturas para corrigir o mal do qual o nosso país padece.


É preciso essencialmente coragem e vontade para cortar com o passado e com as injustiças e abusos do qual o erário público é e tem sido alvo.


É preciso coragem para se praticar uma política virada para os reais interesses e necessidades da comunidade.


É preciso coragem para se praticar uma política não angariadora de “jobs for the Boys” mas sim de empregos e melhores rendimentos para todos os Portugueses.


É preciso coragem para se praticar uma política que permita que as inquirições e inquéritos administrativos e judiciais produzam relatórios necessários e suficientes em razão da matéria e da responsabilidade dos agentes e “não um faz de conta que investigamos”.


Mas para tal é necessário evidenciar que essa coragem e vontade subsiste.


E não é com abstenções no que concerne a entrega de um relatório detalhado do BPN à assembleia da República que permitiria um conhecimento mais aprofundado da temática, nem com a abstenção à norma dos cortes salariais para os trabalhadores das empresas públicas ou entidades públicas empresariais que vai originar sacrifícios para cidadãos de segunda e não sacrifícios para cidadãos de primeira, que se demonstra coragem e vontade em trabalhar para suprir as necessidades de todos os Portugueses e ganhar a sua confiança.

Luís Miguel Martins

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O Direito de Resposta que determinado jornal não ousou publicar.




"Jornal Barlavento
Edf. Pátio da Rocha
Loja 46 – Piso 0 – BA
Praia da Rocha – Apt. 168
8501-911 Portimão

ASSUNTO: Direito de resposta no âmbito do número 1 do art. 24.º da Lei n.º 2/99 de 13 de Janeiro de 1999.

Conforme decorre do número 1 do art. 24.º da Lei n.º 2/99 de 13 de Janeiro de 1999 a Comissão Política de Portimão do Partido Social Democrata vem intentar direito de resposta, no seguimento das declarações proferidas e publicadas pelo Sr. João Vieira, líder de bancada da Assembleia Municipal de Portimão do partido Socialista, no seguimento do artigo divulgado na última edição do jornal Barlavento no âmbito da noticia cujo título era “PSD de Portimão vai apresentar moção de censura ao executivo camarário” no seguimento da denunciada política da “mordaça”.
O supra identificado membro do partido Socialista falsamente mencionou que “«não se compara a atitude do atual PSD com a sua postura em mandatos anteriores, onde existia o respeito mútuo entre políticos», dando até como exemplo o facto de ter sido acordada uma data entre os líderes das bancadas partidárias na Assembleia Municipal para a realização de uma assembleia extraordinária, e passados dias o PSD apresentou um requerimento dizendo que a convocatória era ilegal, porque deveria ter sido feita por escrito.”.
Não pode a presente Comissão Política de Portimão do Partido Social Democrata deixar de veemente reprovar tamanha falsidade e intrujice. É inteiramente falso e até insultuoso o facto de qualquer elemento, militante ou autarca do Partido Social Democrata tenha intentado requerimento alegando a ilegalidade de qualquer convocatória, somente porque deveria ter sido feita por escrito.
O Vice-Presidente da Comissão Política de Portimão do Partido Social Democrata e autarca na Assembleia Municipal, intentou requerimento em 02 de Agosto de 2010 a requerer a revogação da convocatória da Assembleia Municipal Extraordinária realizada no dia 05 de Agosto último, não porque a mesma deveria ter sido feita por escrito, mas sim porque segundo o entendimento do gabinete jurídico do Partido Social Democrata, dirigido pelo próprio requerente, a convocação da Assembleia Municipal Extraordinária peticionada pelo Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Portimão, encontra-se ferida de ilegalidade termos que conforme decorre da alínea a) do n.º 1 do art. 50.º da lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, que o mesmo só a poderá convocar, mediante deliberação e em execução de deliberação do órgão Câmara Municipal, o que não foi o caso, termos em que na reunião da Câmara Municipal não foi deliberado a realização ou a convocação de nenhuma Assembleia Extraordinária.
Convicta da argumentação invocada, foi igualmente intentada respectiva acção contenciosa no Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé a peticionar a ilegalidade da convocação da referida Assembleia Extraordinária que correu termos em 05 de Agosto último.
Termos em que serve a presente não só para repor a verdade e delatar a mentira e a injúria, como mencionar que o Partido Social Democrata luta arduamente por seus ideias e pelos interesses dos Portimonenses, pugnando sempre por uma conduta de respeito mútuo entre todas as forças partidárias e sempre pela VERDADE.
Sem mais de momento,

Atenciosamente.

Portimão, 10 de Novembro de 2010

A Comissão Política de Portimão do Partido Social Democrata "


Factos posteriores:

Na última reunião da Cãmara Municipal de 24.11.2010 foi ratificada pelo orgão Câmara Municipal a convocatória efectuada pelo Exmo. Sr. Presidente da Câmara, face às dúvidas suscitadas relativamente à sua regularidade.


Luís Miguel Martins





terça-feira, 23 de novembro de 2010

Menos despesa e mais apoio Social em Portimão.


E se o Município de Portimão na aposta de uma política cívica e social embebida de um espírito natalício em detrimento das despesas assumidas com iluminação de Natal, fogo de artificio, espectáculos e festas, reduzisse as mesmas ao mínimo estritamente indispensável e gastasse a verba aforrada no aumento ao apoio social que é tão apreciado na época festiva que se aproxima.


Nos tempos que correm, fruto da crise nacional, internacional mas também da má gestão municipal, muitos concidadãos encontram-se desempregados e algumas famílias famintas.


Por isso proponho que se corte na despesas extraordinária, mantenha somente a despesas essencial e gaste o Município de Portimão o dinheiro do erário público somente no essencial, isto é na prossecução das reais e efectivas necessidades da nossa comunidade.


Nesses termos contribuiria o Município de Portimão para um melhor Natal para as famílias Portimonenses carenciadas.
Luis Miguel Martins

sexta-feira, 19 de novembro de 2010


Era uma vez, não muito tempo atrás, num território onde ainda impera o poder do monarca e dos nobres da sua corte, determinado jornal local, publicou comunicado dos Homens Livres de um certo e determinado Partido Político de cor Laranja, tendo nesse sentido o referido jornal local questionado o poder vigente, sob a sua versão dos factos.


Obviamente, que o referido jornal local, não podia permitir a publicação de certo e determinado texto redigido pelos Homens Livres, sem a chancela do monarca local.


Nesses termos, o funcionário régio do ministério das relações públicas, comentou o comunicado dos Homens Livres, desmentindo o mesmo e alegando factos falsos, incorrectos e contrários à verdade, somente para justificar determinadas decisões do monarca, o senhor todo absoluto.


Perante tais factos falsos, os Homens Livres do já mencionado Partido Político de cor laranja, avançaram nos termos da Lei com um Direito de Resposta, de acordo com a dimensão legalmente estabelecida e suportado em documentos que comprovavam a mentira, a falsidade, o embuste das declarações do funcionário régio do ministério das relações públicas, com o propósito de repor a verdade.


Lamentavelmente o referido jornal local, não repôs a verdade.

Lamentavelmente o referido jornal local, preferiu manter a mentira e enganar seus leitores.


Lamentavelmente o referido jornal local, não honrou, nem exerceu o jornalismo, mas somente serviu de megafone para a mensagem mentirosa e falsa do funcionário régio do ministério das relações públicas e do soberano que ele represente.

Se a história supra se desenrolasse no Séc. XIV, em pleno período Absolutista, onde não existiam Direitos, Liberdades e Garantias, onde os ofícios eram somente exercidos sob a chancela, autorização e fiscalização do monarca soberano, onde os Homens não tinham Liberdade para se pronunciar nem para publicar, a mesma seria compreensível…


Agora,


Se a história supra relatada ocorre-se nos nossos dias, onde impera a dignidade, a liberdade e o brio profissional e a deontologia jornalista, já questionaríamos se efectivamente vivemos num estado de Direito onde impera a Democracia.


A história supra relatada descreve uma subserviência selvagem e medíocre de algum jornalismo ao poder local vigente. Descreve o quanto a “coluna” de alguns indivíduos pode curvar.
Descreve o pior que existe na nossa sociedade, exemplos péssimos que nenhum Homem ousa ensinar à sua descendência.

terça-feira, 22 de junho de 2010

As escutas Inaudíveis do Sr. Sócrates




A comissão ao caso PT/TVI teve um fim inglório. Pois aferiu-se que o Governo teve conhecimento do negócio antes da data que mencionou, que o Sr. Sócrates teve conhecimento do referido negócio muito antes da data que tinha confessado.

Mas igualmente se aferiu, que independentemente do Governo e do Sr. Sócrates terem tido conhecimento do referido negócio antes das datas assumidas e pelos visados confessadas, descobriu-se que afinal ninguém mentiu.

A comissão aferiu igualmente, que houve claras tentativas, para instrumentalizar uma televisão privada por parte do Governo e Sr. Sócrates, desmentindo-os. No entanto findo o inquérito, não foi tomada nem aconselha a aplicação de medidas sancionatórias e correctivas.
Belo país este, não?

O presidente da referida comissão bloqueou o acesso às escutas, favorecendo o Governo e o Sr. Sócrates. Não permitindo que os Portugueses tivessem um efectivo e real conhecimento, dos actos políticos de bastidores levados acabo pelos visados.
E isto tudo, numa salinha da Assembleia da República. Estandarte da Democracia representativa dos Portugueses.

Em outras partes do mundo, como em muitos países da América Latina, da Ásia e até do continente Africano, tais acusações, tais indícios e tamanha falta de coragem aquando o decorrer do inquérito, seria motivo de pagode, descrédito, infâmia e seria vulgar ouvir dizer “Pois, pois, mas naquele país são todos uma cambada de corruptos.”, ou “ Pois, pois, em Portugal ninguém fazia isso, pois temos regras democráticas e um sistema judicial eficaz e eficiente.”, ou melhor “ Em Portugal jamais…jamais…”.
Pois, pois, mas em Portugal o que se diz, provavelmente é um “ Lá te safaste à custa de um entendimento que não permite o acesso ás escutas (ainda que outros, considerem de forma diferente).

E findo o referido inquérito da comissão, querem quer que “nós” é que tentamos controlar um canal de televisão privado? Querem ver…


Luís Miguel Martins

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A caminho dos 600 membros...


O grupo "Não à criação da Discoteca Sasha Empresa Municipal E.M", vai já a caminho dos 600 membros, que uniram a sua voz numa petição de responsabilização, coerência, respeito e dignidade pela gestão dos "nossos" dinheiros públicos....

Exigimos que o Estado e os nossos Governantes Locais, considerem e respeitem o esforço dos contribuintes, das famílias e das empresas respeitando o dispêndio dos dinheiros públicos.

Exigimos que se gaste o dinheiro público, sempre em prol e em nome dos interesses e das reais necessidades da comunidade e não em bens e equipamentos supérfluos, que só servem para abrilhantar a vaidade de uns quantos.

Contamos com todo(a)s que assim entendam...

Luis Miguel Martins

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Canudos vendem-se...


Canudos Vendem-se…

Salto do 9º ano viola duplamente a Constituição da República Portuguesa:Os Constitucionalistas têm vindo a apontar a violação do princípio da igualdade e da escolaridade básica obrigatória.


O ensino Português bateu finalmente no fundo.


Não obstante o Sr. Sócrates ter arrasado com o tecido empresarial Português, ter arruinado com as finanças públicas, ter arruinado com a esperanças das famílias e dos funcionários públicos, eis que arruína o que faltava, isto é a EDUCAÇÃO.


Fruto de uma formação cívica e académica deficiente e de difícil aceitação o Sr. Sócrates, mais uma vez governa o país em prol da estatística e não em detrimento das reais necessidades.


Em Portugal a Educação tende a fomentar a balda, a ineficiência, a pouca exigência e o pouquíssimo rigor. Não nos esquecemos que este é o país em que os canudos compram-se, ou adquirem-se ao simples alcance de um fax.


Assim não vamos lá.


Assim em vez de formarmos Homens e Mulheres habituados ao rigor e às exigências do mundo contemporâneo, o país vai formar meninos e meninas habituados a comprar canudos.


Meninos e meninas, que um dia, ainda viram governantes deste país à beira mar plantado.

Luís Miguel Martins

terça-feira, 1 de junho de 2010

Dia Mundial da Criança...


Hoje é o dia Mundial da Criança.


Será que o estado tem o direito de roubar o sorriso desta criança, sabendo nós que o próprio Estado já endividou o seu futuro ????


Votos de Milhões de Sorrisos para todas a crianças deste Planeta designado de TERRA.


Que o vosso futuro deja decidido por vós e de acordo com a vossa vontade e não de acordo de uma geração anterior.
Luis Miguel Martins


Segundo o Diário Económico (01.06.2010) Uma em cada 10 Autarquias está falida.


E como está o Município de Portimão?


É este o respeito que os nossos Governantes Locais têm pelos "nossos "dinheiros públicos que são sustentados pelos Impostos que pagamos?


Quando terá fim, este modelo de desenvolvimento FALIDO ?????

Já são mais de 425 membros que exigem respeito pelos nosss dinheiros públicos


O grupo "Não à criação da Discoteca Sasha Empresa Municipal E.M", conta já com mais de 425 membros, que uniram a sua voz num pedido de responsabilização, coerência, respeito e dignidade pela gestão dos "nossos" dinheiros públicos....


Exigimos que o Estado e os nossos Governantes Locais, considerem e respeitem o esforço dos contribuintes, das famílais e das empresas respeitanto o dispêndio dos dinheiros públicos.


Exigimos que se gaste o dinheiro público, sempre em prol e em nome dos interesses e das reais necessidades da comunidade.


Contamos com todo(a)s que assim entendam...


Luis Miguel Martins

sábado, 29 de maio de 2010

Governo do Sr. Sócrates cria Monopólia para os amigos


Magnifico exemplo de como o Governo do Sr. Sócrates criou um Monopólio para uma empresa amiga do sistema:


"O relatório conclui ainda que o Governo "obrigou" os operadores a entrar neste projecto, tendo utilizado a FCM como "intermediário", o que criou "uma situação de monopólio" para a empresa JP Sá Couto. A deputada pe...de também que este relatório, que vai ser discutido e votado na próxima semana, seja enviado para o Tribunal de Contas e para a Comissão Europeia."



Fonte: Jornal "O Correio da manhã"


Luis Miguel Martins

Despesa dolosa e danosa ao erário público.


Mais um péssimo exemplo da gestão dolosa dos "nossos" dinheiros públicos, suportados pelos impostos que pagamos.


Mais um exemplo de como aumentar o défice público.


"Magalhães com dívida de 110 milhõesAs conclusões da Comissão de Inquérito ao Magalhães revelam que TMN, Optimus, Vodafone e Zon reclamam uma dívida de 109,1 ...milhões de euros à Fundação para as Comunicações Móveis (FCM), um valor que poderá ser pago pelo Governo, já que as empresas equiparam os compromissos da FCM à Dívida da República. "


Fonte: Jornal "O Correio da manhã"


Luis Miguel Martins

sexta-feira, 28 de maio de 2010


Em 2000 em pleno euro a selecção nacional estava a perder 0-2 com a Inglaterra nos primeiros 30 minutos.


Por todo o mundo julgava-se que os Portugueses iam ser goleados e humilhados...


Mais uma vez a força Lusa veio ao de cima e transformaram um resultado de 0-2 numa grande vitória de 3-2.


Por isso se em 200 0os Portugueses conseguiram superar os obstáculos, em 2010, os Portugueses também conseguirão vencer o Governo do Sr. Sócrates.


Luis Miguel Martins

quinta-feira, 27 de maio de 2010


Palavras de quem sabe o que diz e porque o diz...


"Ora, de nada serve aumentar o IVA, ou tributar mais-valias, se o Estado continua a esbanjar recursos. No esbanjadouro são muito claros dois tipos de papa-reformas: as obras públicas desnecessárias e os papa-reformas em sentido próprio. O Estado (o Governo, o primeiro-ministro) vive agrilhoado a um conjunto de compromi...ssos políticos, arranjinhos, promessas, vassalagens, dívidas que paga periodicamente em quilómetros de auto-estradas, túneis e, agora, em TGV com paragens em todas as estações e apeadeiros do poder local (desenhado em cima da mapa da volta a Portugal em bicicleta). (…) Além das vassalagens, não podemos esquecer os outros papa-reformas, profissionais da acumulação de reformas públicas, semipúblicas e semiprivadas. (…) Tudo isto, como sempre, é feito ao abrigo da lei. É que isso dos crimes contra a lei é para os sucateiros. O problema é que a lei que dá é refém dos beneficiários que tiram e da sua ética»."Palavras que vão ficar para sempre, do inesquecível Saldanha Sanches.

A confissão do Sr. José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa


Aquando a sua confissão no Confessionário de Portimão, um senhor de nome José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, confessou que:

“Se eu podia viver sem crise, sem desemprego, sem manifestações, sem o desperdício dos dinheiros públicos, sem a entrega da gestão das auto-estradas e hospitais aos privados, sem a contratação de Boys e mais Boys, sem o controlo sob os media, sem uma “pseudo” licenciatura concluída ao domingo por fax, sem ver o nome da minha pessoa e meus familiares ligado ao caso “freeport”, sem TVG e novo aeroporto e sem o aumento de impostos.”

“Se eu ainda conseguia viver com salários altos, com qualidade de vida, com segurança, com gerações futuras livres do excessivo endividamento, com um novo modelo de desenvolvimento que não importasse o constante endividamento excessivo do Estado. ”

“Poder até podia, mas não seria a mesma coisa”

Frase atribuída ao Sr. José Sócrates por Luís Miguel Martins

quarta-feira, 26 de maio de 2010

O Futuro


"Isso vai meus amigos isso vai,

um passo atrás são sempre 2 em frente,

e um povo verdadeiro não se trai,

não quer gente mais gente que outra gente;


Isto vai meus amigos isto vai

o que é preciso é ter sempre presente

que o presente é um tempo que se vai

e o futuro é o tempo resistente;


Depois da tempestade há a bonança

que é verde como a cor que tem a esperança

quando a àgua de Abril sobre nós cai;


O que é preciso é termos confianças

e fizermos de Maio a nossa lança

isto vai meus amigos isto vai."


Do grande: Ary dos Santos


Tema:"O Futuro"

terça-feira, 25 de maio de 2010

Já são mais de 350 vozes...




O grupo "Não à criação da Discoteca Sasha Empresa Municipal E.M", conta já com mais de 350 membros, que uniram a sua voz num pedido de responsabilização, coerência, respeito e dignidade pela gestão dos "nossos" dinheiros públicos, perante o desgaste desmedido e descontrolado por parte dos governantes locais e nacionais, somente em prol de alguns interesses instalados e não em prol dos interesses da colectividade.




Mias de 350 vozes exigem respeito ao dispêndio do dinheiro provindo dos nossos impostos.




quinta-feira, 20 de maio de 2010

300.º membro do grupo “Não à criação da discoteca Sasha empresa Municipal E. M” .


O grupo “Não à criação da discoteca Sasha empresa Municipal E. M” já conta com mais de 300 membros.

São mais de 300 vozes que se uniram para exigir mais rigor, seriedade e respeito pelo dinheiro público provindo dos nossos impostos e administrados pelos Governantes locais e nacionais.

O que começou por ser uma exigência pelo não dispêndio de capitais públicos por parte do Município de Portimão, através da sua empresa municipal numa discoteca, onde claramente não se afigura o interesse público, bem como a concorrência directa com os empresário privados, ainda que mantendo essa contenda, tem assumido uma direcção mais abrangente, visando todo o dispêndio de dinheiros públicos que não sejam destinados para a satisfação das necessidades da colectividade e representem bens e equipamentos supérfluos.

Hoje em dia não dizemos somente “Não à criação da discoteca Sasha empresa Municipal E. M”, mas igualmente gritamos a alta voz, aos governantes locais e nacionais, RESPEITEM e DIGNIFIQUEM o dinheiro provindo dos nossos imposto.
Caso concorde com o acima mencionado, junte-se a nós no faceBook e seja mais uma voz a exigir Respeito e Dignidade pela gestão dos "nossos" dinheiros públicos.

A todos os membros um elevado reconhecimento pela V/participação.

Luís Miguel Martins

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Sócrates não pede desculpas






Sr. Sócrates não pede desculpa aos Portugueses por subir os impostos.


E por “enterrar” o país, por não cumprir nenhuma promessa, por não ter efectuado nenhuma reforma, por atacar os funcionários públicos e as famílias, por criar mais de 1.5 milhões de desempregados, por levar à falência uma empresa em cada hora.


Será que vai pedir desculpas?

P.S: O Confessionário de Portimão, aguarda pacientemente a confissão desse senhor.

Exigimos dignidade e respeito pelos nossos dinheiros públicos.


Os governantes Locais e Nacionais, não respeitam, nem consideram o dinheiro provindo dos impostos pagos pelos Portugueses.

Os nossos governantes, ao longo de 35 anos de Regime Democrático, gastaram, despenderam, queimaram e dilapidaram os dinheiros públicos, sem o mínimo respeito ou consideração para com o contribuinte.
Esse desrespeito e desconsideração pelo erário público, ajudou e em muito a criar as dificuldade que o país e os Portugueses passam.
Vivemos tempos conturbados. Vivemos tempos em que o Estado e as Autarquias devem mais daquilo que podem pagar. Tempos em que os fornecedores do Estados e da generalidade dos Municípios simplesmente batem com o nariz na porta, nem são ressarcidos do seu crédito, nem são atendidos. Tempos em que empresas ontem saudáveis, hoje encontram-se falidas, mandando milhares de Portugueses para o desemprego, simplesmente porque o Estado e os Municípios não honram seus compromissos pagando a tempo e horas.
Tempos em que os Estado e os Município já endividaram as próximas duas gerações. Crianças que ainda não foram concebidas, já têm um passivo de muitos mil milhões de euros à sua espera.
Vivemos tempos em que o Estado e os Municípios ainda pedem mais sacrifícios às famílias e às empresas.

Pois os tempos hoje são de mudança.
Devemos todos reivindicar, exigir, respeito e consideração pelo dispêndio dos nossos dinheiros públicos.
Exigimos, que os governantes nacionais e locais, respeitem quem paga impostos.
Exigimos, que os governantes nacionais e locais somente gastem ao erário público, efectivamente o que for necessário e somente em prol das reais e verdadeiras necessidades da comunidade e não em bens e equipamentos supérfluos, dispendiosos e desnecessários, que só servem para abafar o ego de uns quantos vaidosos, que se auto promovem à custa do erário público.

Por isso e somente, porque exigimos respeitabilidade e dignidade pela gestão dos “nossos” dinheiros públicos, foi criado o grupo “Não à criação da discoteca Sasha Empresa Municipal” por entendermos que é uma ofensa gritante o dispêndio de dinheiro público numa discoteca, em danças e copos, quando as reais e verdadeiras necessidades da comunidade ( de todos nós ) são completamente diferentes e mais urgentes. Bem como discordamos que o Município de Portimão, ou até o próprio Estado, não deverá concorrer com os empresários privados, do ramo da diversão nocturna.

Se concorda, com o acima exposto, torne-se membro do grupo “Não à criação da discoteca Sasha Empresa Municipal”, no facebook e junte a sua voz à nossa.


Luís Miguel Martins

terça-feira, 18 de maio de 2010

As hesitações do Prof. Cavaco Silva


O professor Aníbal Cavaco Silva, promulgou a “ lei que autoriza o casamento entre Homossexuais”, explicitando as razões da promulgação, ainda que hesitante:

a)«Tendo em conta o superior interesse nacional, face à dramática situação do país», o Presidente da república declarou que não quis «arrastar» a questão e devolver o diploma à Assembleia da República.b)Embora discordando do diploma, Cavaco referiu que «Há momentos na vida de um país em que a ética da responsabilidade tem de ser colocada acima das convicções pessoais de cada um. Assim, decidi promulgar a lei que permite o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo»

Ainda que por questões pessoais, não concorde, minimamente com o diploma agora promulgado. Entendo que os Homossexuais têm o direito de viver em união de facto, ou seja qual for a designação que lhe queiram dar, mas por motivos Constitucionais, Históricos, Naturais, culturais e até religiosos, por amor de Deus, não lhe chamem é de casamento.

No entanto, ainda vou mais longe, considero que um Presidente da República que se desculpa que promulgou a lei, ainda que nãos e encontra-se convencido, segundo palavras do próprio, por motivos relacionados com a situação económica-financeira em que o pais se encontra, praticou um péssimo acto ao país.

O país precisa de um Presidente da república, de um Chefe de Estado, que tome decisões convicto dos interesses nacionais e dos portugueses.

O país precisa de um Presidente da república e de um Chefe de Estado que não renuncia à sua competência, legal e constitucionalmente tipificada.

O país precisa de Homens e Mulheres que tomem as decisões inerentes aos seus postos de acordo com a sua convicção e interesses.

O país não precisa de Homens e Mulheres que “suspendam” ou se recusem a tomar as decisões, ainda que as considerem as mais acertadas, por questões de conveniência.

O pais não precisa de decisões adiadas.

Por isso, o Prof. Cavaco Silva, ao promulgar essa lei, com essas justificações e hesitações, não foi o meu Presidente.

Luís Miguel Martins










segunda-feira, 17 de maio de 2010

A VERDADE e nada mais que a VERDADE





Confesso, que não tenho por hábito responder a comentários efectuados a Post colocados. No entanto não posso compactuar com a MENTIRA e a VERDADE.

A 11 de Maio de 2010, uma pessoa de denominação “Gersávio”, fez o seguinte comentário, no que concerne à data, a publicação do 200.º membro do grupo “ Não á criação das Discoteca Municipal Sasha Empresa Municipal”:

“Gervásio, o portimonense disse...
Eu respeito toda a gente. Agora se um responsável político do PSD lança uma campanha contra o sasha que tem a adesão de meia dúzia de gatos pingados (de cor de laranja desmaido)e diz em alta voz que é um grande feito, só pode ser para rir...”




Perante as MENTIRAS mencionadas, cumpre-me repor a verdade:

À cerca de mês e meio foi criado um grupo no facebook, cuja designação é "Não à criação da Discoteca Sasha Empresa Municipal.”.

Grupo esse que conta já com 243 membros. 243 pessoas. 243 cidadãos que têm o direito e a liberdade de expressão e de livremente se exprimirem. Tratando-se de pessoas e não gatos, onde efectivamente encontram-se pessoas apartidárias, pessoas ligadas ao PPD/PSD, Bloco Esquerda, CDU e até Socialistas.

243 pessoas que não lutam contra nenhum projecto em particular, nem contra nenhuma pessoa em singular, como falsamente, tem sido mencionado. Não existindo nada escrito ou dito que reporte tal FALSA acusação.

O grupo “Não à criação da Discoteca Sasha Empresa Municipal.”, luta sim, contra:

a) A concorrência desleal por parte do Município de Portimão, com os empresários privados do ramo da diversão nocturna;
b) O trato, fornecimento de equipamentos e apoios concedidos a um só empresário em detrimento de todos os outros;
c) A falta de Atribuição legal do Município de Portimão e de objecto social da Empresa Municipal, não lhe permitindo explorar discotecas e vender copos;
d) O desrespeito e desconsideração que é o dispêndio do dinheiro público em Portimão, que teoricamente é de todos nós, mas só é dispendido em prol de uns quantos.

Entendemos que Portimão carece de emprego, coesão social e outras necessidades.

Entendemos que deve o Município assumir-se como pessoa de bem e responsável e pagar as suas dividas a fornecedores bem como cobrar as devidas e não perdoá-las, ao abrigo de um qualquer pretenso contrato programa.
´
Exigimos respeito, consideração pelo bem escasso em vias de extinção que é o “nosso” dinheiro público.

Luís Miguel Martins

domingo, 9 de maio de 2010

32.º título de Campeão Nacional, do Glorioso


O Confessionário de Portimão, transmite votos de parabens ao Glorioso, pelo seu 32.º Título de Campeão Nacional.


O Benfica, seus jogadores, equipa técnica, direcção, funcionários, adeptos e simpatizantes estão todos de parabens por mais um título.


Que esta onda vermelha se torne num Tsunami encarnado de mais e muitos mais títulos.


Uma palavra de apreço, pela excelente campanha do Braga, que igualmente encheu de orgulho as gentes da sua região e respectivos adeptos.


Igualmente enceta votos de parabens O Confessionário de Portimão aos dois grandes clubes do Algarve: Olhanense e Portimonse que breve, breve irão juntamente competir na 1.º liga, tornando-se estandartes de promoção e orgulho de toda a nação Algarvia.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Estará o nosso sistema de desenvolvimento falido ?




Em Portugal, os diversos governos, nos Municípios os diversos executivos, têm efectuado investimentos e obra à custa de mútuos bancários, factoring, notas de crédito e do endividamento das gerações futuras.

Com isso, tem-se vivido numa realidade virtual, pois muitas das obras e equipamento, ainda que desejados, são extremamente dispendiosos, não só do ponto de vista da sua edificação mas inclusivamente da manutenção.

Perante, a queda das “taxas de rating”, a crescente dificuldade da concessão do crédito, os níveis alarmantes de endividamento dos Estado e dos Municípios e das próprias famílias, os Portugueses estão a começar a abrir os olhos e a encarar a dura realidade da vida, em detrimento da realidade virtual que têm vivido nas últimas décadas.

Opções têm que ser tomadas.

Não podemos continuar a assistir ao endividamento do Estado, dos Municípios, dos Governos da regiões Autónomas e das famílias, de forma impávida e serena.

Não podemos todos conduzir BMW e Mercedes e depois não pagar a conta da água, da luz, não pagar ao empreiteiro, não pagar ao fornecedor, e pior que isso gastar o dinheiro destinado para a comida em bens supérfluos.

É preciso coragem para os políticos e famílias, afirmarem claramente qual o seu limite, pois não é justo vivermos acima das nossas possibilidades e castigarmos a geração vindoura. Não é justo sobrecarregarmos com dividas uma geração que ainda hoje anda de fralda e brinca nos colégios.

É preciso além de coragem, discernimento para se tomar as decisões mais acertadas.

É indispensável, rigor na gestão desse bem tão escasso que é o dinheiro público.

É necessário discernimento, porque a continuar assim, não terão os nosso filhos um futuro risonh

terça-feira, 27 de abril de 2010

Suspensão da 2.º Sessão Ordinária de 2010 da Assembleia Municipal




Para os mais distraídos, a última sessão da Assembleia Municipal que ontem correu termos, foi suspensa.

A suspensão deu-se ao facto da bancada do PPD/PSD ter intentado requerimento no qual peticionava, a presença do ROC, aquando a discussão e deliberação do ponto 4-a) que consiste na “ Apreciação e votação dos documentos de prestação de contas e relatório de gestão da Câmara Municipal de Portimão, no ano de 2009.”.

De forma elevada e responsável, todas as bancadas votaram favoravelmente à presença do ROC, para esclarecimento das reservas levantadas pelo mesmo aquando a elaboração do seu próprio relatório.

É de aplaudir, o sentido de “competência” de todas as bancadas, nomeadamente a própria bancada do PS, termos em que, indo um pouco contra as próprias palavras do Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Portimão, Dr. Manuel da Luz, aquando o seu discurso do 25 de Abril, quando disse e passo a citar “ Temos mais de políticos e não de contabilistas.”, eis que a bancada do PS, refutando tacitamente tal declaração, optou por igualmente ser primeiro contabilista e depois politica.

Decisão sensata e prudente, pois é impossível, decidir politicamente, deliberar em consciência, exercer a respectiva competência e procurar a satisfação das necessidades colectivas dos Portimonenses, sem a avaliação técnica.

Pois a técnica sobrevive sem a politica , agora a politica sem a técnica mais não é do que uma embarcação sem rumo.


Luís Miguel Martins

Advertência de alteração ao comentário do dia 2104.2010


Por lapso, no comentário aqui publicado na passada 4.º feira dia 21 de Abril, no texto que fazia alusão ao “calote” publicado num jornal distrital, a alusão efectuada foi ao Sr. Luís Carito, quando obviamente se pretendia chamar à colação o Sr. Luís Evaristo e nunca denegrir nem ofender o Exmo. Sr. Dr. Luís Carito, nem como profissional, politico ou Homem.
Termos, em que pelo exposto, desde já O Confessionário apresenta a suas mais sinceras desculpas e penitencia-se pelo lapso, tendo ainda hoje à noite, após tomar conhecimento do mesmo apresentado pessoalmente e de imediato pedido de desculpas ao visado.

Acresce,

Que o presente bloque, consiste numa fonte de informação e partilha de ideias e visões para a cidade de Portimão e não só, não pretendendo indiciar, denegrir, nem ofender a imagem e o bom nome de ninguém, ainda que exorbite o humor.

Atentamente,

A todos um abraço.

Luís Miguel Martins

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Chefe Divisão de "Barman"


O Confessionários de Portimão, pode em primeira mão adiantar que Roberto Gingão, foi hoje nomeado chefe de Divisão de “ barman “ na nova estrutura Municipal “sasha” Discoteca – Empresa Municipal S.A.
Roberto Gingão, não cabia em sí de contente. E disse directamente ao O Confessionário, que a Divisão de “ Bar “ vai ser a divisão mais quente e mais louca, no organigrama do Município de Portimão.



P.S: O Roberto Gingão, não se assemelha com nenhum Boy do PS

O Confessionário de Portimão, recebeu a confissão de um funcionário da Divisão de Recursos Humanos da Empresa Municipal que vai explorar a discoteca “sasha” Empresa Municipal, onde constatou que, por ajuste directo, a aludida Empresa Municipal já contratou os 3 primeiros funcionários para as sua novas atribuições.




Categoria: Dançarinos de coluna.


Requisitos: saber dançar e aguentar a pedalada à custa de Red Bull a noite inteira.


Idade: Jovem


Formação Académica: Licenciado em Engenharia como o Sr. Sócrates


Formação Complementar: Saber servir copos


Filiação Politica: PS


Estado Civil: Amigo ou Boy do PS




P.S: Nenhum dos dançarinos corresponde a um Boy do PS

quarta-feira, 21 de abril de 2010


Ainda no seguimento do “calote” que o Município de Portimão e a dita Empresa Municipal, levaram do Sr. Luís Evaristo, segundo informação de um jornal Distrital, O Confessionário, ouviu a confissão de mais um Administrador da empresa lesada, e quando questionado sobre a falta e nula fiscalização das receitas, no que concerne à percentagem que tinham da receita, afirmou que andavam muito distraídos a beber caipirinhas, moranguitos e a ver desfilar o teso Jet 7, que veio passar férias para Portimão à custa dos Portimoneses.


É caso para dizer…


Que anjinhos que foram.





P.S: A fotografia não corresponde a nenhum Boy do PS

terça-feira, 20 de abril de 2010


Após a publicação de uma noticia num jornal local de que, e passo a citar, “ …o Luís Evaristo teria dado um calote a uma Empresa Municipal da Câmara Municipal de Portimão”, na medida em que não teria dinheiro para pagar a divida ao Município de Portimão, no valor aproximado de 750 Mil euros e pretendia em troca, ao melhor, em troca do perdão da divida, entregar a marca “Sasha” por 3 anos.
O Confessionário não se ficou atrás, e captou a primeira fotografia de um Administrador da referenciada Empresa Municipal.
Veja-se o ar de espanto!
Vejam a reacção!
A criança nem queria acreditar…




P.S: A fotografia não corresponde a nenhum Boy do PS.

Eu Quero Acreditar:



Carta aberta ao Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Portimão, Dr. Manuel da Luz:

Exmo. Sr. Dr. Manuel da Luz, após ler seu texto no presente blogue e na sua crónica semanal no jornal “O Correio da Manhã”, com a devida e pertinente ponderação, reparei que o mesmo faz alusão a um protocolo outorgado entre 2 entidades privadas e o Município de Portimão, cujo objecto consiste na implantação em Portimão de uma fábrica da N-Technology, tendo para isso o Município de Portimão desempenhado um papel de agente facilitador na fixação desta unidade de produção em no nosso concelho.

Congratulo-o pessoalmente e aos restantes elementos da sua equipa autárquica, não só pelo seu/vosso desempenho, mas acima de tudo pela captação dos 25 postos de trabalho para o nosso concelho e obviamente pela instalação do referido equipamento.

Congratulo-o e felicito-o, caso efectivamente, tal se veja a concretizar. Pois perdoe-me, mas ainda que tenha consideração e imensa estima por V. Exc., minha memória não me atraiçoa e não permite que me esqueça que foi o próprio Dr. Manuel da Luz que durante uma iniciativa partidária de lançamento da sua terceira candidatura à Câmara de Portimão para as últimas eleições autárquicas, que fez o anúncio de um outro acordo semelhante, no Portimão Arena e passo a citar:

«foi fechado o acordo para a instalação de uma fábrica de automóveis em Portimão, nos terrenos do autódromo».

«Representa cerca de 350 postos de trabalho directos, ao que se acrescentam os indirectos», disse o Dr. Manuel da Luz, frisando os benefícios dos cerca de 30 milhões de euros de investimento.

Por isso, e conforme decorre do supra exposto e da citação que foi retirada de sua pessoa, porque entendo que os titulares de cargos públicos devem actuar com frontalidade, idoneidade e verdade e não se tendo verificado, até à presente data, implementação em Portimão da aludida fábrica de automóveis por si anunciada, nem se criado os 350 postos de trabalho directos, muito menos nenhum indirecto, permita-me mas tenho o direito de duvidar, que tal se venha a concretizar.

Ainda que para bem de Portimão e dos Portimonenses,

eu queira acreditar.


Luís Miguel Martins

A (In)Gestão das Empresas Municipais:



O Município de Portimão, através de medidas levadas a cabo pelo executivo de maioria Socialista abraçou o modelo do surgimento das designadas Empresas Municipais, para fomentar o emprego aos Boys Socialista e remanescentes adeptos do regime vigente, incrementar a desorçamentação e beneficiar de um regime de Direito Privado, que de certa forma permite fugir às regras mais claras, transparentes e exigentes dos procedimentos concursais afectos ao Direito público.

Nesses termos, verificamos uma duplicação de recursos humanos, meios, equipamentos e despesa, indiscutivelmente vinculados a uma outra duplicação de atribuições e competências, na medida em que as empresas municipais criadas sob o regime vigente, mais não foram do que uma mera duplicação das atribuições do Município de Portimão e das competências dos seus órgãos. Pois tratou-se apenas de abrir empresas com objectos sociais iguaizinhos aos já existentes no Município de Portimão, sem ter o cuidado de encerrar gabinetes, secções, divisões ou departamentos à estrutura administrativa já existente
.
Não houve esse cuidado, não se verificou essa atenção, não se aferiu esse rigor na gestão dos dinheiros públicos dos Portimonenses.
Dirão alguns…Óbvio…era preciso empregar todos os Boys e gerir o dinheiro público às escondidas da comunidade Portimonense….Direi eu…Nem mais.

Em poucos anos, a gestão económico-financeira do tecido empresarial administrativo, foi simplesmente “horribilis”, sem detrimento de se congratular a realização de um ou outro determinado evento.

Começou-se por criar um buraco financeiro na ordem dos Milhões de euros. Os eventos levados a cabo pelas empresas municipais, algumas delas de existência invisível, criaram um rombo financeiro às contas do Município, pois os Milhões de euros de dividas contraídas pelas mesmas empresas Municipais, ainda que independentes, ainda que sejam pessoas colectivas de Direito Privado, têm todas elas um factor em comum.

O passivo é sempre, mas sempre assumido por todos nós. Isto é, o passivo é sempre assumido pelo Município que as criou, ou melhor, pelo Município de Portimão.

Obviamente, que encontrando-se as contas do Município de Portimão em situação calamitosa, não foi possível por parte do Município de Portimão cobrir o défice criado pelas respectivas empresas e respectivos Boys.

Não bastava o dispêndio exagerado, descontrolado e por vezes inútil, afere-se hoje em dia que os Boys Socialista colocados à frente das empresas Municipais de Portimão, têm tido algumas medidas de gestão no mínimo estranhas, desconformes com uma gestão ambiciosa, séria e rigorosa, isto para não lhes designar de dolosa.

Os Boys Socialistas, a quem sem se aferir aptidões, capacidades, habilitações e “mãozinhas”, mas somente vassalagem política, tinham um crédito de cerca de 10 Milhões de euros que foi adiado sine die, isto é para data incerta e por tempo indeterminado com a simples outorga de uma nota de crédito.
Como é possível, que esses Boys ignorem um crédito de cerca de 10 Milhões de euros, 2 Milhões de contos, quando têm eles por sua vez uma lista infinita de credores que todos os dias batem às portas das empresas Municipais e não há dinheiro para lhes pagar?
Como é possível tal gestão danosa e dolosa às contas das próprias empresas que foram designados administradores.? Como é possível que se feche os olhos a um crédito de cerca de 10 Milhões de euros ?Ah… Só se a entidade devedora sobre qual recai o crédito for o próprio Município de Portimão.

Não obstante essa última questão, e o crédito que detinham sob o Sasha do Sr. Luís Evaristo de cerca de 750 Mil euros, não vai ser pago ? Foi igualmente esquecido ? Ou consideram justo que uma divida de cerca de 750 Mil euros seja paga com a entrega do remanescente período de tempo da concessão balnear e do nome “Sasha”.
Mas será o nome “Sasha” que por sua vez vai pagar os vencimentos dos funcionários? Vai pagar por sua vez os credores das empresas e do Município de Portimão?

Por isso meus amigos é que os “Boys” colocados à frente das Empresas Municipais, na medida em que não se preocuparam devidamente com a gestão das mesmas, causaram a todos os Portimonenses uma bela “In”Gestão.


Luís Miguel Martins

Saberão os soberanos viver em democracia ou haverá censura em Portimão ?



Desde as últimas eleições autárquicas, que tenho vindo a assistir às reuniões da Câmara Municipal de Portimão e a participar, como membro eleito pelo PPD/PSD, nas sessões da Assembleia Municipal de Portimão.
Cedo reparei que tanto nas reuniões de Câmara Municipal como nas sessões da Assembleia Municipal de Portimão se assiste a uma ausência constante por parte dos senhores jornalistas que coadjuvam ou são proprietários dos jornais locais e regionais que por sua vez são praticamente ou integralmente financiados pelo Município de Portimão, isto é pela Câmara de Portimão capitaneada pelo Dr. Manuel da Luz.
Tais jornais, uma vez financiados pelo erário público, isto é financiados por todos os Portimonenses, teriam forçosamente de publicitar, as tomadas de posição dos eleitos bem como as questões discutidas e/ou denunciadas nos órgãos do Município. Pois tal, nunca acontece. Ainda que tais jornais sejam financiados, à custa do interesse da colectividade, afere-se que para os mesmos, ou para algum soberano que tem o domínio sob os mesmos, não é interesse da colectividade, não é interesse dos portimonenses terem conhecimento das deliberações, das discussões e denuncias perpetradas nos órgãos do Município de Portimão.
Nesses termos, ainda que financiados pelo erário público à custa do interesse público, já não consiste interesse público os cidadãos de Portimão terem o real conhecimento do que se passa dentro da Câmara Municipal de Portimão.
Não bastasse a falta de publicitação ou noticias, no que concerne ao funcionamento dos aludidos órgãos, existe uma clara politica editorial dos jornais financiados pelo sistema para não publicitarem noticias menos favoráveis aos actuais soberanos ou denuncias reais e documentadas intentadas pelas diversas oposições e até pelos nossos concidadãos.
A prova, afere-se quando em amena conversa, ao questionar um jornalista local de mais um jornal financiado pelo sistema pela falta de noticias dos actos e denuncias praticados pelas oposições, o mesmo respondeu que “ Tinha que respeitar os soberanos… pois tinha família para sustentar.”, ou o caso de um jornal regional, desta vez não financiado pelo sistema, ter publicado noticia comprometedora no que concerne à administração dos soberanos e ter o próprio director sofrido pelos Boys e pelos próprios soberanos pressões para não publicitar tal noticia.

Para exposto, questiono, aonde terão esses jornais “financiados” pelo sistema e controlados pelos soberanos, publicitado:

a) Que o Exmo. Vice-presidente da Câmara Municipal de Portimão, Dr. Luís Carito, mencionou na última sessão da Assembleia Municipal que a Câmara com as receitas e que tem só tem verba para pagar os vencimentos e nada mais ?

b) Que a Câmara de Portimão encontra-se sob inspecção do Tribunal de Contas e é única no Algarve, a ser inspeccionada ?

c) Que faltam 10 Milhões de euros nas contas (despesas ) do Município de Portimão ?

d) Entre outras e mais outras denuncias, documentalmente fundamentadas…


Pelo exposto, interrogo.

Saberão esses soberanos viver em democracia ou haverá censura em Portimão ?


Luís Miguel Martins

Ilustres amigas, amigos, conhecidos e desconhecidos.

Perante a quase nula oportunidade de publicação de artigos de opinião e textos variados nos mais diversos meios de comunicação Municipais e Distritais, suportados essencialmente pelo erário público, isto é, por todos nós, os Blogues tornaram-se o meio por excelência para a livre e imediata publicação e difusão de artigos de opinião.
É conhecimento generalizado que os meios de comunicação Municipal ou Distrital, são os meios de propaganda por excelência dos vários regimes instalados, encontrando-se o acesso aos mesmos vedados às diversas oposições bem como ao cidadão anónimo.
Nestes termos, este Confessionário, procura ser a voz e a razão de todos os Portimonenses. Será um fórum de discussão por excelência
Neste Confessionário, encontrará a oportunidade de livremente se expressar, de forma elevada, de forma respeitadora e respeitada.
Confessem-se …
Porque a verdade vos libertará.