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segunda-feira, 17 de maio de 2010

A VERDADE e nada mais que a VERDADE





Confesso, que não tenho por hábito responder a comentários efectuados a Post colocados. No entanto não posso compactuar com a MENTIRA e a VERDADE.

A 11 de Maio de 2010, uma pessoa de denominação “Gersávio”, fez o seguinte comentário, no que concerne à data, a publicação do 200.º membro do grupo “ Não á criação das Discoteca Municipal Sasha Empresa Municipal”:

“Gervásio, o portimonense disse...
Eu respeito toda a gente. Agora se um responsável político do PSD lança uma campanha contra o sasha que tem a adesão de meia dúzia de gatos pingados (de cor de laranja desmaido)e diz em alta voz que é um grande feito, só pode ser para rir...”




Perante as MENTIRAS mencionadas, cumpre-me repor a verdade:

À cerca de mês e meio foi criado um grupo no facebook, cuja designação é "Não à criação da Discoteca Sasha Empresa Municipal.”.

Grupo esse que conta já com 243 membros. 243 pessoas. 243 cidadãos que têm o direito e a liberdade de expressão e de livremente se exprimirem. Tratando-se de pessoas e não gatos, onde efectivamente encontram-se pessoas apartidárias, pessoas ligadas ao PPD/PSD, Bloco Esquerda, CDU e até Socialistas.

243 pessoas que não lutam contra nenhum projecto em particular, nem contra nenhuma pessoa em singular, como falsamente, tem sido mencionado. Não existindo nada escrito ou dito que reporte tal FALSA acusação.

O grupo “Não à criação da Discoteca Sasha Empresa Municipal.”, luta sim, contra:

a) A concorrência desleal por parte do Município de Portimão, com os empresários privados do ramo da diversão nocturna;
b) O trato, fornecimento de equipamentos e apoios concedidos a um só empresário em detrimento de todos os outros;
c) A falta de Atribuição legal do Município de Portimão e de objecto social da Empresa Municipal, não lhe permitindo explorar discotecas e vender copos;
d) O desrespeito e desconsideração que é o dispêndio do dinheiro público em Portimão, que teoricamente é de todos nós, mas só é dispendido em prol de uns quantos.

Entendemos que Portimão carece de emprego, coesão social e outras necessidades.

Entendemos que deve o Município assumir-se como pessoa de bem e responsável e pagar as suas dividas a fornecedores bem como cobrar as devidas e não perdoá-las, ao abrigo de um qualquer pretenso contrato programa.
´
Exigimos respeito, consideração pelo bem escasso em vias de extinção que é o “nosso” dinheiro público.

Luís Miguel Martins

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