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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Cadeira do poder vazia

 
 
 
Ontem a estupefação abateu-se sobre a Assembleia Municipal de Portimão.
Perante a convocação ( por parte da bancada da coligação Servir Portimão, Bloco Esquerda e de Luís Miguel Martins pelo PSD ) de uma Sessão Extraordinária, legalmente procedida, onde se procurava discutir a Nova Taxa Municipal da Protecção Civil, sua Revogação e Devolução das verbas já pagas aos munícipes, bem como a Recomendação ao órgão Câmara Municipal que suspenda a referida Taxa, o impensável aconteceu.
Os membros da Assembleia Municipal do Partido Socialista e alguns da bancada do PSD ( à excepção M/pessoa, o que desde já lamento ) deliberadamente não compareceram, ainda que legalmente notificados, perante um tema quentíssimo e uma sala cheia de munícipes ansiosos por participar, de tal forma que não havia lugar para todos dentro da mesma.
Um acto cobarde que feriu a Democracia e a legitima eleição por sufrágio popular.
Para V/informação marcaram presença: Os membros da bancada do Servir Portimão, do Bloco de Esquerda, do Luís Miguel Martins pelo PSD e os membros da bancada da CDU.
 

 
 
Não obstante a ausência do Regime e de alguns que com ele se coligaram, a força policial requerida pelo mesmo Regime foi notoriamente exagerada. Só eu contei 7 membros das forças policiais.

Num concelho de gente de bem, pacifica, honesta e ciente da sua conduta parece-me disparatado tal requisição por parte do Regime.

Conclui-o alegando, que quem tomou a conduta de não comparecer na Assembleia Municipal, não é merecedor do voto que o povo lhe deu elegendo-o(a).

O tempo encarregar-se-á de fazer justiça …

 

Luís Miguel Martins

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