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sexta-feira, 25 de março de 2011

Estado Português tem que emagrecer.



E que tal pensar para reflectir?

Portugal ao longo dos últimos 37 anos sem sombra de dúvida que se desenvolveu e muito. O país desenvolveu uma eficaz e rápida via de auto-estradas, modernizou e embelezou suas cidades, doto-as de equipamentos culturais, entre muitas, muitas outras mudanças e apostou na solidariedade e no apoio social aos idosos e mais desfavorecidos.



O Portugal de 2011 é efectivamente melhor do Portugal de 1974.



Então o que falhou ? Em minha opinião o que falhou, tal como na história de Adão e Eva, foi o Homem.



O Homem investido da sua militância, viu nos partidos políticos uma auto-estrada de sucesso e de realização profissional para si e seus confrades. Obviamente que os partidos políticos terão que nomear aqueles sobre qual recai a sua confiança política, mas terão forçosamente que dar emprego a todos ou a quase todos os seus militantes ?



Obviamente que não, mas foi isso que assistimos nos últimos 37 anos e com isso o Estado Português engordou, engordou e engordou. Gordo e sedento de fome, entende-se receitas, o Estado português sobrecarrega seus concidadãos de impostos e taxas levando ao aumento da economia paralela e à fuga de capitais e indústria de Portugal para outras paragens, mais atractivas, entenda-se.



Obviamente que o Estado Português tem que fazer uma dieta rigorosíssima, tem de perder mais de metade do seu peso, mas com cuidado, pois não pode entrar em dietas radicais até porque não tem condições para isso. Ou seja, o Estado Português não pode, infelizmente, encerrar de imediato todos os Serviços, Institutos, Fundações, Associações, Ministérios desnecessários e dependentes do erário público que só têm serviço para empregar os “Boys” e ajudar à desorçamentação e à fuga dos procedimentos rigorosos afectos à gestão do dinheiro público, na medida em que essas entidades têm compromissos assumidos com diversas entidades financeiras e com a banca na ordem dos milhões e milhões de euros que carecem ser honrados e o país de momento não está em condições de indemnizar todos aqueles que laboram nas referidas entidades.



Mas, aos poucos e poucos o Estado tem que ir emagrecendo para nosso bem e para o bem dos nossos filhos e netos.

Luís Miguel Martins

1 comentário:

  1. Agora vai para lá o P.S.D. e então vai ser fartar vilanagem. Cá estarei para ver.

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