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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Eis o que o Executivo Socialista tem para presentear os Turistas.













Eis o que o Executivo Socialista tem para presentear os Turistas que pretendem visitar e frequentar o centro da Cidade de Portimão.


Prioridades direi eu…eles têm outras prioridades.


Luís Miguel Martins

13 comentários:

  1. Caro Luis, a descer a descer a descer, o nivel começa a estar proximo do...
    Para alem de escrever como uma criança de 10 anos(Mau aluno...) é também um verdadeiro ignorante. Você sabe o que o Legitimo proprietario pretende fazer dessa casa?
    Ou também já pôs de lado o principio "irrenunciável" á propriedade privada e para si já vale tudo

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  2. Para todos aqueles que ignoram a Lei, os Regulamentos Municipais de conservação e preservação da propriedade privada, são como a própria norma legal indica da competência dos Municípios e não do poder central, tal como vêm explanados no Decreto Lei 169/99 adito pela Lei 2-A/2002.

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  3. As grades da fotografia foram colocadas por quem pela proprietária, não me parece, pois são da Câmara e porque motivo ?
    Para nenhum "turista" levar com um tijolo ou telha na cabeça.

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  4. O Principio "irrenunciável" á propriedade privada é um completo absurdo hoje em dia, quando a Lei desde 2009 consagra a expropriação ´por iniciativa privada.
    Só mesmo um desconhecedor do Direito Urbanistico poderia alegar tal facto.
    É melhor essa maltinha voltar para a escola e tentar uma especialização, já que hoje em dia qualquer um 23 anos pode candidatar-se ao ensino superior.

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  5. Nesse aspecto o Martins tem toda a razão.
    O Município de Portimão deveria ter já aprovado um Regulamento Municipal que obrigasse os proprietários a manterem as fachadas e os imóveis em bom estado de conservação e preservação, como acontece em outros Municípios.
    Realmente é lamentável um turista que se desloque ao centro da nossa cidade e dar de caras com esses mamarrachos que mais fazem lembrar cidades vedadas ao abandono.

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  6. Não gosto!Sou do Porto,mas tenho familiares e amigos em Portimão e pelo menos duas/três vezes por ano vou aí passar uns dias,sempre sem data de saída marcada,e também sempre alojado em casa da família,apertadinhos,mas unidos,e, sempre achei Portimão uma cidade em evolução,lenta mas segura,por isso o meu comentário seco:não gosto!Não gosto nem concordo em absoluto com o teor do texto,considero de muito baixo nível querer confundir a falta de iniciativa e obrigações privadas com Organismos Municipais ou Estatais,mas eu não voto em Portimão...

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  7. é mais fácil procurar cobrar dinheiro a quem tem esplanadas (e ao metro quadrado), floreiras ou ar condicionado, do que tentar localizar os proprietários de prédios devolutos e a cair...para os responsabilizar...ou então esperar que eles caiam, para depois alguém amigo da câmara comprar o lote e fazer lá um belo edifico para alugar como escritório e retirar daí uma bela maquia anual...(não , isto não aocntece...é apenas ficção da minha cabeça)...e desculpem lá tb escrever como um puto de 10 anos , mas mesmo assim tenho "las bolas " para assinar o meu nome...

    Osvaldo Cardoso

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  8. Que não é bonito, não deixa de ser verdade.

    Mas é óbvio que a intenção primeira é evitar a entrada, em prédios degradados mas acessíveis, de indesejáveis (drogados e outros), modo de vida contra o qual, aliás,o Senhor Luís Martins se insurgiu (com foto e tudo) contra a "actividade" ilegal destas pessoas.

    Será que o remoque e a ilegalidade se circunscrevem à Rua 5 de Outubro, onde o mesmo tem escritório?

    Não percebe o Senhor Martins que as famílias, neste momento e por óbvia culpa dos políticos que infelizmente (e nas últimas décadas) nos têm governado, não têm condições para levar a cabo obras de reparação estética dos edifícios? Se tivessem não os tornavam rentáveis?

    É por estas e por outras, com a demagogia que grassa (e de que o Senhor Martins é um óbvio representante), que o Povo se encontra neste beco sem saída.

    Infelizmente, e por falta de alternativas, já nem sequer se pode corroborar o que em tempos foi, premonitória e ilustradamente, afirmado: "Os políticos, tal como as fraldas dos bebés, têm que ser substituídos de tempos a tempos. Pelas mesmas razões".
    Boa tarde e que o pó de talco lhe alivie as culpas!

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  9. Porra Martins,
    já foste Presidente de Câmara e não disseste nada à malta ?

    Vê-se por aqui cada comentário que até parecem 2.

    Abraço amigo,
    Rui Brito

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  10. Como de habitual, eis os correligionários do PS a prestar vassalagem!!!! E nem têm os ditos no sítio para assinarem o seu nome...

    Domingos Martins

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  11. Sabem V. Exas. o que me revolta e preocupa neste POST????
    Muita coisa mas essencialmente a preocupação com os turistas como se os nacionais,os Portimonenses nada valessem para o sr. Luis martins.

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  12. Os nacionais e os Portimonenses são sempre objeto de atenção em todos os Post, até neste mesmo.
    Pois com pouco turismo, menos emprego terão os Portimonenses, menos comércio existirá em Portimão…
    Só não vê quem não quer

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  13. Pois exactamente o senhor falou agora uma grande verdade.
    Os Portimonenses anda a favor do vento ou contra ele, dependemos das condições atmosféricas.
    Turismo, significa trabalho sazonal.
    Não brinque com isto senhor Costa e Cunha Martins.
    A cidade depende dos empregos da Câmara, dum outro restaurante ou hotel e se fizer bom tempo dumas concessões ali na praia. Onde se eu quiser passar umas horitas a bronzear-me olhe ou eu tenho dinheiro para o toldo ou limito-me a ficar num corredor estreito entre concessões, "esborrachada" como sardinha em lata de conserva, porque os turistas têm que ter vista aberta para o mar e a mim não me dão o direito de colocar meu chapéu de sol em frente da concessão nem que seja em cima de água para não perturbar a visão aos turistas.
    Onde ficam, onde estão meus direitos de residente????
    Meu Algarve foi vendido...por isso hoje já não é Algarve mas ALLGARVE ou ALLGARBE.
    E eu onde fico no meio disto??
    Não sou inglesa, nem francesa nem alemã, nem russa, nem brasileira....
    Não vendo o corpo, nem droga e agora até no areal da praia não sou eu que decido onde quero ficar, mas aqueles que compram a areia.
    Vem-me aqui o senhor ainda falar de turismo.
    Façam é voltar a esta terra industrias, empresas trabalho a valer... porque a minha vida depender aqui em Portimão de pessoal que não é daqui, que tampouco respeita os Portimonenses é uma grande chatice...

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