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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Credores sentam Município Portimão no banco dos réus

Credores do Município de Portimão, cansados de esperar para serem devidamente ressarcidos e perante o constatar que as dividas vão-se acumulando ao ritmo em que as festas vão sendo promovidas pelo Regime Instalado em Portimão, sentam o Município de Portimão no banco dos Réus.
Os Processos n.º 403/11.5 BELLE  e  426/11.4 BELLE que correm ambos os seus termos no tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé, foram intentados por credores cansados de esperar, fique a saber qual o pedido dos Autores:
Processo n.º 403/11.5 BELLE
Pedido: Pagamento das facturas em atraso no montante de 169.210,96 €, acrescidos de juros de mora no valor de 7.243,00 €, respeitante ao contrato de prestação de serviços de limpeza de várias instalações.
Processo n.º 426/11.4 BELLE
Pedido: Pagamento das facturas em atraso no montante de 14.500,00 €, acrescidos de juros de mora no valor de 226,68 €, respeitante ao contrato de aquisição de serviços para apresentação dos espectáculos Maiorca, Noite de reis e Sábado e de um Work Shop de dança contemporânea no Teatro Municipal de Portimão.

Luís Miguel Martins

8 comentários:

  1. É curioso verificar segundo o que diz na sua segunda imagem, que precisamente por causa das festas/animações à grande e à francesa, é que finalmente a justiça começa a agir...

    (e CANECO...!)

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  2. Esperemos que também em breve, alguém se sente no banco.
    Não dos réus, mas no banco dos arguidos.

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  3. E quem é que vai pagar os juros, as custas judicias e os advogados, a resposta é simples somo nós.
    Esses senhores e senhoras que comandam os destinos do nosso concelho, são na realidade 5, mas mais de 50.000 é que vão pagar as suas politicas.
    Corram com essa gente de uma vez por todos. Por mim BASTA.

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  4. Dois pioneiros. Depois deles vêm todos os outros atrás.
    Lamentável como esses senhores envergonham o bom nome do Município de Portimão.
    Lamentável.

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  5. Ahahahaahah tenham vergonha senhores, tenham vergonha.
    Nem uma palavra, uma linha quanto mais um parágrafo vi escrito nos jornais locais seja dos processos que os credores puseram à Câmara seja do caso da empresa de água e resíduos sólidos de Portimão.
    A único pessoa que vejo com vontade de informar e esclarecer o comunidade Portimonense é de um Homem que nem aqui nasceu porra.
    Os filhos de Portimão como tanto gostam de se intitular, que se têm alimentado da Câmara estes anos todos andam mais calados que os ratos. Eu bem os vejo a passear por Portimão em jeito de procura de noticiais, mas na realidade andam é a ver se cruzam com o vereador x ou z a ver se lhes pagam qualquer coisinha.
    Eu estou atento, e basta-me visitar este blog e outros espaços para saber quem realmente trabalha em prol da nossa comunidade.

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  6. Ao Anónimo das 16h58: Sem dúvida alguma, você escreveu poucas linhas, mas disse quase

    tudo!

    Infelizmente, os "filhos de Portimão" estão quase todos, na sua grande maioria,

    "entaladinhos", cheios de caguifa...

    Não se fala, não se dá nas vistas, porque nesta cidade, quem fala, quem dá nas vistas, é

    posto de parte, rotulado, marcado como impróprio, enviado para longe, e por último,

    escorraçado...

    Os que não falam, lá têm que passar uma ou outra notinha debaixo da mesa, convidar para

    os jantares, para as saídas, para as borgas, para as festas, para jet-set local...

    Mas no fim recebem empregos para os filhos (Olha a Portimão Urbis... ai minha mãe

    santíssima...! - até já um destacado militante do PSD advoga a fusão desse ninho de

    cobras com a EMARP...!)

    Mas continuando, para além dos empregos para os filhos, recebem contratos para negócios,

    recebem mordomias sociais, distinções locais, artigos de jornais (completamente

    dominados pela força que realmente manda por cá), recebem boas recomendações de boca-

    em-boca, etc...

    É como se tudo isto fosse como uma gigantesca teia de aranha mutada numa espécie de

    árvore das patacas em vias de extinção e com enormes raízes que incessantemente de

    sebatem pela procura de mais água para sobreviver, mas que, perante a enorme "seca" que

    se debateu, começa a definhar e lentamente a morrer...

    Enfim... É este o ecossistema que temos na nossa terra!

    E quer saber de mais? Se não fosse a crise internacional, a dívida portimonense acabaria

    por ser ainda maior, assim como as festas, o regabofe, os foguetes, as passagens de ano,

    etc... E o regime vigente iria manter-se por muitos e mais anos a fio...



    Abre os olhos povinho!

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  7. Verdade seja dita, o silencio de alguns destacados Portimonenses é ensurdecedor. Não falam, não opinam, não publicam nem ousam comentar em público e tudo em defesa de um sistema que também os tem sustentado a eles e à sua descendência.

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  8. Pois é... há por aí muitos "tonys", uns sem "news", outros com "paper" cujo silencio sobre estas matérias é mesmo ensurdecedor!
    Porque será?!

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